Cafés exóticos: o que são e por que eles surpreendem tanto?

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Quando alguém fala em café, a maioria das pessoas pensa em algo amargo, forte ou simplesmente “com gosto de café”.

Mas o café pode ir muito além disso.

Na safra 2026, selecionamos alguns grãos que fogem completamente do comum: são os cafés exóticos. Cafés que trazem aromas e sabores inesperados: frutas, flores, mel, especiarias. Tudo de forma natural, sem adição de nada. E uma clareza especial: é fácil perceber as notas.

Neste post, a gente te explica o que torna um café exótico e apresenta os cafés dessa categoria na nossa safra atual.

O que é um café exótico?

Um café exótico é aquele que entrega uma experiência sensorial fora do padrão. Ele não segue o caminho mais conhecido do chocolate ou das castanhas, por exemplo.

Em vez disso, revela sabores como:

  • frutas maduras ou cítricas
  • flores
  • mel e melaço
  • especiarias delicadas 

    Essas características não aparecem por acaso. Elas são resultado de uma combinação de fatores: variedade do café, altitude, cuidado no cultivo, tipo de processamento e uma torra que respeita o perfil do grão.Nada é artificial. É o café mostrando até onde pode ir quando tudo é bem cuidado.

Café exótico é café estranho?

Não.Café exótico não é esquisito, nem difícil de beber. Ele só é diferente do que a maioria das pessoas está acostumada.

Alguns são mais aromáticos, outros mais licorosos, outros mudam bastante conforme a temperatura da xícara. O comum entre eles é a sensação de descoberta.

É aquele café que faz você parar um segundo e pensar: “Ué… eu não sabia que café podia ser assim.”

Conheça os cafés exóticos da safra 25/26

☕ Solstício — Fazenda Caxambu (Sul de Minas)

O Solstício é um café que representa bem a ideia de novidade.
Um Bourbon Amarelo cultivado em Três Pontas, com notas de mel, morango, lima, baunilha e flor de laranjeira.

É um café que muda bastante ao longo da xícara. Conforme esfria, novas camadas aparecem. Um convite pra beber com calma.

☕ Lampejo — Fazenda Chapadão (Cerrado Mineiro)

O Lampejo vem de Pratinha, no Cerrado Mineiro, a mais de 1.200 metros de altitude.

Ele traz notas de limão siciliano, capim-limão, tâmara e melado, com um perfil vibrante e refrescante. É aquele café que acorda o paladar logo no primeiro gole.

☕ Epifania — Fazenda Chapadão (Cerrado Mineiro)

Da mesma fazenda do Lampejo, o Epifania segue um caminho mais delicado.

Notas de noz-moscada, baunilha, flor de café e mel criam uma xícara aromática, elegante e muito confortável de beber. Um café que convida à pausa.

☕ Prisma — Fazenda Alto Siritinga (Matas de Minas)

O Prisma faz jus ao nome. É um café cheio de camadas, com notas de frutas cristalizadas, laranja, tâmara, melado, avelã e lima.

Cada gole revela uma nuance diferente, mostrando como o café pode ser complexo sem ser complicado.

☕ Rubra — Fazenda Samambaia (Campo das Vertentes)

O Rubra fecha a seleção com personalidade. Cultivado em Santo Antônio do Amparo, traz notas de amora silvestre, licor de jabuticaba e maçã.

É licoroso, intenso e marcante: um café que fica na memória.

Café exótico é pra quem?

Pra quem gosta de:

  • sair da rotina
  • experimentar novos sabores
  • beber café com mais atenção
  • descobrir coisas novas sem precisar “entender de café”Você não precisa identificar todas as notas, nem saber explicar o que está sentindo. Basta beber e perceber o que te agrada.

Como aproveitar melhor um café exótico?

Algumas dicas simples: beba sem pressa, preste atenção nos aromas,
experimente a xícara em diferentes temperaturas, compare um café com outro, se puder.

Não existe jeito certo. Existe o seu jeito.

Uma safra pra explorar com calma

Os cafés exóticos da safra 2026 mostram como o café brasileiro é diverso, surpreendente e cheio de possibilidades.

São cafés pra explorar sem medo, no seu tempo, do seu jeito.

👉 A seleção completa já está disponível para os nossos assinantes! Simule sua assinatura agora.

☕️

Vale a pena assinar uma caixinha de café?

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Respondemos às principais dúvidas de quem está pensando em uma caixinha de café

Se você já pensou em assinar um clube de café ou uma caixinha de café por assinatura, mas travou em alguma dúvida, saiba que isso é mais comum do que parece.

✅Preço.
✅Medo de não gostar do café.
✅Receio de ser complicado demais.

Essas perguntas aparecem o tempo todo, inclusive entre pessoas que hoje já fazem parte da coffee&joy. Por isso, reunimos aqui as principais dúvidas reais de quem está pensando em assinar uma caixinha de cafés e respondemos tudo com calma, sem jargão e sem promessa milagrosa.

Café por assinatura é caro?

Essa costuma ser a primeira dúvida. E faz sentido.

Quando a gente olha só para o valor do pacote, o café por assinatura pode parecer caro. Mas a pergunta mais honesta não é “quanto custa?”. É:

O que esse café substitui na sua rotina?

Hoje, o menor valor da caixinha da coffee&joy é R$47,80.
Isso dá direito a um pacote de 250g de café, que costuma durar cerca de 30 dias para quem toma café todos os dias.

Fazendo a conta:

  • R$47,80 ÷ 30 dias
  • ≈ R$1,59 por dia

Ou seja: é mais barato que café de cafeteria e, em muitos lugares, até mais barato que uma passagem de ônibus.

A caixinha não é sobre luxo. É sobre beber, todos os dias, um café que faz sentido.

E se eu não gostar do café que chegar?

Esse medo também é muito comum e geralmente vem de experiências ruins com cafés “estranhos”, ácidos demais ou difíceis de beber.

Aqui, a lógica é outra. Na coffee&joy, a gente trabalha com perfis de café bem definidos, que vão do: mais doce e confortável até o mais intenso e diferente.

Você pode escolher o perfil que mais combina com você ou deixar a gente escolher. Com o tempo, a maioria das pessoas acaba descobrindo novos sabores e entendendo melhor o próprio gosto, sem pressão.

Café também é aprendizado. E aprendizado não precisa ser tenso nem solitário.

Preciso entender muito de café para assinar?

Resposta curta: não.

Você não precisa de equipamento caro, nem de vocabulário técnico. Não precisa de balança, chaleira especial ou método complicado.

Para fazer um bom café, você precisa de duas coisas: água quente + caféSó isso.

Se você quiser aprender mais, a gente aprende junto, com conteúdos simples e acessíveis. Se não quiser, tudo bem também. O café se adapta à sua rotinaNão o contrário.

E se eu não beber tudo? Vou acumular café? Essa é uma preocupação muito real e totalmente válida.

Uma assinatura só faz sentido quando você tem controle. E aqui, o controle é seu.

Na caixinha da coffee&joy, você pode:

⏸️ pausar a assinatura;
⏩ pular um mês;
🗓️ mudar a data de envio;
 ⚖️ajustar a quantidade.

Tudo isso sem conversa difícil, sem culpa e sem burocracia. Porque café acompanha fases da vida. E elas mudam.

O que vem na caixinha além do café?

Além do café, vem cuidado.

A cada mês, a caixinha pode trazer um mimo especial, escolhido junto com parceiros, pensado para ajudar você a cuidar da sua rotina e dos seus momentos de pausa.

Às vezes é um agrado em forma de doce. Outras vezes, um item para o preparo do café. Sempre uma surpresa.

A caixinha não é só sobre receber café. Ela é um convite para cuidar da sua rotina, das suas pausas e da sua energia.

Então, vale a pena assinar uma caixinha de café?

No fim, assinar uma caixinha de café não é sobre encontrar o café perfeito.

É sobre transformar o café do dia a dia em algo melhor. 

Mais consciente.
Mais gostoso.
Mais alinhado com a sua rotina.

Se fizer sentido pra você, a sua caixinha está aqui. Sem obrigação. Sem pressa.

👉 Conheça a caixinha da Coffee & Joy e veja como ela pode encaixar na sua vida.

☕️

Café doce não tem açúcar: conheça os cafés naturalmente doces da safra 2026

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Tem uma ideia que a gente ouve muito por aí: se o café é doce, deve ter açúcar.

Mas não é assim que funciona.

Café doce pode ser só café mesmo. E quando isso acontece, é porque muita coisa foi bem feita antes dele chegar na xícara.

Na safra 2026 da Coffee&Joy, isso ficou ainda mais claro. Chegaram 9 cafés com doçura natural, daqueles que parecem adoçados, mas não são.

O que faz um café ser naturalmente doce?

Não tem truque.

A doçura do café vem de:

  • colheita no ponto certo
  • fruta madura
  • cuidado no pós-colheita
  • torra pensada para valorizar o que o grão já tem

Quando tudo isso acontece, o resultado é um café equilibrado, macio e fácil de beber. A doçura aparece sozinha.

E nessa safra, nove cafés mostram isso muito bem. 

BOA NOVA: uma boa notícia para o seu dia

Produzido por Walquer do Carmo, na Fazenda Boa Esperança, em São João do Manhuaçu (Matas de Minas).

É aquele café de todo dia que nunca decepciona. Doce, confortável e fácil de gostar.

Notas de melado, lima e avelã, acidez cítrica leve e corpo cremoso. Um café que encaixa muito bem no café da manhã e acompanha a rotina sem esforço.

FORTALEZA: força e acolhimento na xícara

O Fortaleza nasce do trabalho da família Reis, em Carmo da Cachoeira, no Sul de Minas.

Tem laranja cristalizada, açúcar mascavo e chocolate ao leite, com corpo cremoso e finalização longa e doce.

É um café que aquece. Funciona muito bem para quem gosta de doçura presente, mas equilibrada.

RITMO: doçura que equilibra tudo

O Ritmo carrega uma história de continuidade. Hoje tocado por Sandro e Thiers, mantendo o legado do produtor Aderson Gomes.

Com notas de cacau e castanha de caju, ele traz uma doçura natural que equilibra o conjunto inteiro. Corpo cremoso, confortável e fácil de beber.

Outros quatro cafés doces que completam a safra

Além desses três, a safra trouxe mais 6 cafés com perfis naturalmente doces:

  • ATENA – força feminina das Matas de Minas, doce e acolhedor
  • DANDARA – mel, macadâmia e tâmara, com finalização longa
  • ESTELAR – mel silvestre, tâmara e macadâmia, muito macio
  • SATURNO – chocolate ao leite, ameixa seca e melado, com corpo sedoso
  • DELEITE – pudim de leite, frutas secas e chocolate amargo
  • MERIDIANO –  melado, açúcar mascavo, castanhas e amêndoa torrada

Nove cafés diferentes. Nove histórias. Nove jeitos de começar o dia com doçura natural.

Como escolher entre os cafés doces?

Se a dúvida bateu, a gente ajuda.

👉 Para o café da manhã, com pão de queijo, croissant ou pão na chapa:
BOA NOVA, FORTALEZA, DELEITE e RITMO costumam funcionar muito bem.

👉 Para tomar puro, sem acompanhamento:
ATENA, DANDARA, ESTELAR, MERIDIANO e SATURNO mostram bem a doçura natural do café.

No fim das contas, não existe escolha certa ou errada. Existe o café que combina com o seu gosto.

Doçura natural, sem açúcar. Só café bem feito.

Café doce não precisa de açúcar. Precisa de cuidado.

Todos os cafés doces da safra 2026 já estão disponíveis no site da Coffee&Joy. Vale conhecer, experimentar e descobrir qual deles faz mais sentido para você.

☕️

Café intenso não é café amargo: conheça os cafés intensos da safra 2026

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Quando alguém fala em café intenso, muita gente já imagina um café amargo, pesado ou até queimado.

Mas intenso não é isso.

Café intenso é sobre experiência.

É aquele café que tem presença, que fica mais tempo na boca, que você sente depois do gole. Sem agressividade. Sem exagero.

Na safra 2026 da coffee&joy, chegaram 3 cafés intensos que mostram bem essa diferença.


O que faz um café ser intenso?

Intensidade não vem de torra queimada nem de amargor forçado.

Ela aparece quando o café tem:

  • corpo mais marcante
  • sabores mais profundos
  • finalização longa
  • equilíbrio entre força e conforto

É um café que não passa despercebido, mas também não cansa.

Café Perseu da coffee&joy, café intenso da safra 25/26 com notas de amêndoa torrada e chocolate ao leite


PERSEU: intensidade com suavidade

O Perseu é produzido pelo Airam, na Fazenda Providência, em Orizânia.

Aqui, a intensidade vem acompanhada de uma textura muito confortável. Amêndoa torrada, chocolate ao leite e melado aparecem com um corpo amanteigado, macio e envolvente.

É um café intenso, mas suave ao mesmo tempo. Perfeito para o meio da tarde, quando você quer algo encorpado sem pesar demais.

Café Impulso da coffee&joy, café intenso com notas de chocolate amargo e castanha-do-pará


IMPULSO: foco e presença logo cedo

O Impulso vem do trabalho do produtor José Alves, em São João do Manhuaçu, nas Matas de Minas.

É um café intenso no sentido mais direto: chocolate meio amargo, castanha do Pará e açúcar mascavo. Corpo cremoso, acidez cítrica equilibrada e finalização longa.

Funciona muito bem para aqueles momentos em que você quer mais atenção e concentração. Café de manhã, antes de começar o dia ou antes de uma reunião importante.

É intenso, mas organizado.

Café Forja da coffee&joy, café intenso com notas de cacau e frutas secas

 

FORJA: sabor que fica com você

O Forja nasce em Morro do Ferro, no Campo das Vertentes, produzido por Ronaldo e Angelina.

O nome já entrega a ideia: força, construção e presença.

Na xícara, aparecem cacau intenso e frutas secas, com corpo amanteigado e uma finalização que permanece por bastante tempo. É o café para saborear com calma, depois do almoço ou no fim de tarde.

Marcante, profundo e cheio de personalidade.

Como escolher entre os cafés intensos?

Se a dúvida bateu, a gente ajuda:

👉 IMPULSO
Para quando você precisa de foco, energia e atenção. Manhãs mais intensas pedem esse café.

👉 PERSEU
Para o meio da tarde. Encorpado, mas confortável, sem pesar.

👉 FORJA
Para desacelerar e sentir o café com calma. Ideal para momentos mais tranquilos.

No fim das contas, intenso não é sobre força exagerada.
É sobre presença.

Café intenso pode ser equilibrado. E muito gostoso.

Os cafés intensos da safra 2026 mostram que dá, sim, para ter corpo, profundidade e finalização longa sem amargor ou agressividade.

Tudo depende de cuidado, escolha e respeito ao café.

Os três já estão disponíveis no site da coffee&joy. Vale experimentar e descobrir qual deles combina mais com o seu ritmo.

☕️

Café doce, sedoso e fácil de beber: conheça o Saturno, da nova safra da Coffee&Joy

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Se você gosta de café doce, com textura macia e que encaixa no paladar logo no primeiro gole, vale prestar atenção nisso aqui.

A safra nova acabou de chegar na Coffee&Joy, e um café em especial tem surpreendido todo mundo que prova pela primeira vez: Saturno.

E não é surpresa de quem já vive no mundo do café, não. É aquele tipo de café que agrada rápido, sem exigir aprendizado, sem estranhamento e sem esforço.

Um café que conquista no primeiro gole

Sabe quando o café é simplesmente gostoso?

O Saturno é exatamente isso. Ele não vem para desafiar o paladar, nem para “ensinar” ninguém a beber café. Ele vem para agradar.

Logo no aroma, a doçura já aparece. No primeiro gole, o chocolate ao leite dá as caras. A ameixa seca traz profundidade. O melado entra com uma doçura natural, sem pesar. E a acidez cítrica, bem leve, só deixa tudo mais vivo.

O resultado é um café doce, equilibrado e muito fácil de beber.

Nada agressivo. Nada enjoativo. Só uma xícara que dá vontade de repetir.


Doce, mas nada exagerado

Um dos pontos mais interessantes do Saturno é como ele entrega doçura sem cansar.

A textura é sedosa, redondinha, e abraça a boca inteira. A acidez aparece na medida certa, só para dar leveza ao gole. E o final é doce, limpo e confortável.

É aquele café que funciona muito bem:

– para quem já bebe cafés especiais
– para quem está saindo agora do café tradicional
– para quem quer um café gostoso para o dia a dia

Não tem complexidade difícil. Não tem surpresa estranha. Tem prazer.


Por que o Saturno é assim?

Essa safra trouxe exatamente o que a gente mais gosta de ver no café: fruta madura, cuidado no pós-colheita e uma torra pensada para valorizar a doçura e a cremosidade.

O Saturno nasce de um trabalho bem feito desde a fazenda até a torra. Nada é exagerado, nada é forçado. Tudo foi pensado para deixar o café equilibrado e fácil de gostar.

É aquele tipo de café que impacta muita gente justamente porque não tenta impressionar. Ele só funciona.

Um café para quem quer uma xícara deliciosa. Simples assim.

Tem café que pede atenção. Tem café que pede ritual. E tem café que só pede mais um gole.

O Saturno é esse terceiro tipo.


Se você procura um café doce, sedoso, com notas de chocolate ao leite, melado, ameixa seca e uma acidez leve que deixa tudo mais gostoso, ele já está disponível no site da Coffee&Joy.

E junto com ele, chegaram vários outros cafés da nova safra. Cada um com seu jeito, seu perfil e sua história.

Escolha o que faz sentido para o seu gosto e viva essa experiência na xícara. ☕️

Chegou a Hora: A Nova Safra da Coffee&Joy 2026

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25 cafés completamente novos para começar o ano do jeito certo. A safra de 2026 chegou, e ela não se parece com nada que você já viu. São 25 cafés inéditos, com nomes novos e perfis sensoriais totalmente reconstruídos para acompanhar cada fase do seu ano. E, neste post, eu vou te mostrar exatamente o que mudou e como escolher o seu.

Por que tudo mudou?

No último vídeo, eu expliquei por que a gente troca de safra todos os anos: a Coffee&Joy não faz café de prateleira. Cada ciclo agrícola traz algo único. A natureza nunca repete a mesma obra:

– Grãos novos.
– Terroirs diferentes.
– Processos experimentais que só acontecem uma vez.

E em 2026? A colheita veio vibrante, tão especial que a gente decidiu reconstruir todo o nosso menu do zero. Novos nomes. Novos perfis. Novas combinações. E sim: seus cafés favoritos do ano passado não existem mais. Porque a Coffee&Joy 2026 é sobre recomeço. É sobre reencontrar o prazer de se apaixonar por outro café.

As 4 Categorias da Safra 2026

Cada uma delas foi criada para um tipo de rotina, e, muito provavelmente, uma delas é a sua.

DOCE

Para quem quer suavidade sem abrir mão de sabor. Boa Nova, Fortaleza, Ritmo, Atena, Dandara, Estelar, Deleite, Meridiano, Saturno. Essa categoria entrega doçura natural, corpo cremoso e aquele conforto que acompanha qualquer momento do dia.

INTENSO

Para quem precisa de um café que bate forte. Impulso, Perseu, Forja. Perfis marcantes, densos, profundos. É intensidade sem exagero, potência na medida certa pra começar o dia como você gosta.

FRUTADO

Para quem busca vivacidade, brilho e acidez equilibrada. Faísca, Maresia, Festim, Manancial, Compasso, Alento, Composição, Alicerce. São cafés vivos, energéticos e cheios de personalidade. O tipo de xícara que muda o humor da manhã.

EXÓTICO

Para quem quer experiência. Solstício, Lampejo, Epifania, Rubra, Prisma. Perfis complexos, ousados e completamente fora do comum. Essa é a categoria que redefine o que você acha que sabe sobre café especial.

25 Cafés. 4 Caminhos. Um Ano Inteiro de Descobertas.

E não pense que os nomes são aleatórios. Cada café carrega uma sensação, um momento, uma virada de página.

Faísca não é só frutado, é um café que acende.
Forja não é só intenso, é o café que te ajuda a construir.

Nos próximos conteúdos, eu vou destrinchar cada um deles com calma. Mas antes… você precisa fazer uma escolha. 

Você vai esperar todo mundo descobrir primeiro? Ou quer ser uma das primeiras pessoas a provar os cafés que vão definir 2026?

A nova safra já está no ar. Não fique de fora dessa! Assine e receba em casa.

Troca de safra do café: por que seu café leva anos para existir

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Você sabia que o café que você toma hoje pode ter começado a ser produzido há mais de três anos? Parece exagero, mas não é. Do momento em que um pé de café é plantado até o instante em que a bebida chega à sua xícara, existe um caminho longo, cuidadoso e extremamente sensível ao tempo, ao clima e ao trabalho humano. É exatamente por isso que, de tempos em tempos, acontece a troca de safra aqui na Coffee & Joy, um movimento essencial para garantir frescor, qualidade e a melhor experiência sensorial possível em cada gole.

Diferente do que muita gente imagina, o café não é um produto simples. Não é só plantar, colher e pronto. Na verdade, ele é considerado um dos produtos agrícolas mais complexos do mundo. Quando alguém escolhe um café especial, está escolhendo muito mais do que uma bebida: está escolhendo um processo longo, criterioso, cheio de etapas fundamentais e de decisões que impactam diretamente no aroma, no corpo, na acidez e no sabor final.

O primeiro ponto importante para entender a troca de safra é saber que o café tem um tempo de vida, um tempo de colheita e um tempo ideal de consumo. Em outras palavras: ele também tem uma “validade sensorial”. Mesmo antes de estragar, um café pode perder suas características mais nobres se ficar armazenado por tempo demais. Por isso, ao invés de trabalhar com grãos antigos ou estocados por longos períodos, a Coffee & Joy prioriza cafés frescos, recém-colhidos e torrados no momento certo. Essa escolha faz toda a diferença na sua experiência.

Café especial e o longo processo do café

Depois de plantado, um pé de café leva, em média, de dois a três anos para começar a produzir frutos de qualidade. Antes disso, ele está focado em desenvolver raízes fortes, adaptar-se ao solo e às condições climáticas do local. É um período silencioso, mas fundamental. E esse tempo não pode ser acelerado sem comprometer o resultado.

Quando finalmente começa a produzir, o trabalho está longe de acabar. A colheita do café especial é feita de maneira seletiva, escolhendo apenas os frutos maduros, no ponto ideal. Em seguida, esses grãos passam por um processo de secagem que precisa ser extremamente controlado, nem rápido demais, nem devagar demais, para preservar suas características naturais.

Depois da secagem, o grão ainda é tratado, beneficiado, classificado e separado por tamanho, densidade e qualidade. Cada etapa elimina imperfeições e garante um padrão elevado. Só então ele segue para a torra, momento em que o perfil sensorial começa, de fato, a se revelar. A torra é uma arte: segundos a mais ou a menos podem transformar completamente o resultado na xícara.

Mesmo após a torra, o café ainda precisa descansar por alguns dias antes de atingir seu ponto ideal de consumo. Esse descanso permite a liberação de gases e estabiliza os compostos responsáveis pelo aroma e sabor. Todo esse caminho explica, na prática, por que um café de qualidade não nasce do dia para a noite, ele é resultado de anos de cuidado, conhecimento e respeito pelo tempo natural.

É justamente esse compromisso que diferencia um café comum de um café especial.

Como cada safra do café impacta o sabor na xícara

Agora vamos ao ponto principal: por que a troca de safra é tão importante? A resposta é simples e, ao mesmo tempo, fascinante: cada safra é única. De um ano para o outro, as condições mudam. Pode chover mais, fazer mais calor, haver mais sol ou variações no solo. E tudo isso influencia diretamente na forma como o café se desenvolve.

Essas diferenças aparecem na xícara. Uma safra pode gerar cafés mais doces, outra pode trazer mais acidez cítrica, enquanto uma terceira pode resultar em uma bebida mais encorpada. É a natureza imprimindo sua assinatura em cada ciclo.

Ao realizar a troca de safra no momento certo, a Coffee & Joy garante que você não esteja consumindo um café velho, mas sim um café fresco, vivo e no auge de suas características. Isso significa que, sim, você pode se despedir de um café favorito. Mas, ao mesmo tempo, ganha a chance de descobrir novos sabores, novas notas e novas experiências que só uma safra fresca pode oferecer.

Cada xícara, nesse contexto, se torna uma experiência única no tempo. Um registro daquele ano, daquela terra, daquele clima e do cuidado de quem esteve envolvido em cada etapa do processo.

Agora que você entende quanto tempo, dedicação e natureza existem dentro de uma simples xícara de café, fica praticamente impossível beber sem pensar nisso. E a grande pergunta que fica é: você está pronto para sentir a diferença de uma nova safra?

A nova safra já está chegando. E ela pode ser o seu próximo café favorito.

Qual Método de Preparo Tem o Melhor Custo-Benefício?

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Será que dá pra fazer um café incrível sem gastar muito?

Entre tantos métodos, V60, Prensa Francesa, AeroPress, Moka, é fácil se perder tentando descobrir qual realmente vale mais a pena. Quando a gente entra no mundo do café especial, as opções parecem infinitas: diferentes formas de preparo, promessas de sabores únicos, acessórios, filtros. Mas a verdade é simples: o melhor método de preparo é aquele que entrega o que você precisa, dentro do seu orçamento e da sua rotina. Vamos comparar os principais métodos pensando em custo-benefício, preço, facilidade de uso, manutenção e resultado na xícara.

AeroPress: versatilidade e durabilidade em um só método

A AeroPress é uma das queridinhas dos amantes de café especial, e não é à toa. Leve, portátil, fácil de limpar e praticamente indestrutível, ela entrega muito pelo que custa. O investimento inicial é um pouco mais alto que um coador comum, mas o custo por uso é baixíssimo. Com ela, dá pra fazer desde cafés mais intensos até extrações suaves, basta ajustar o tempo e a moagem. Se você viaja bastante, gosta de testar receitas e quer algo durável, a AeroPress é um dos melhores custo-benefícios que existem.

Prensa Francesa: simplicidade que encanta

Outro destaque quando o assunto é custo-benefício é a Prensa Francesa. Com um preço acessível e sem precisar de filtros de papel, ela é prática, resistente e super simples de usar. O resultado? Um café encorpado, com textura e sabor marcantes, perfeito pra quem gosta de sentir o café com mais presença na boca. Ela é ideal para quem busca praticidade sem abrir mão da qualidade.

V60: o ritual que vale a pena

O V60 é o método preferido de quem ama o ritual do preparo. Ele exige um pouco mais de atenção, controlar o tempo, a temperatura e o fluxo da água, mas o resultado recompensa: um café limpo, com notas bem definidas e muita personalidade na xícara. O custo do equipamento é baixo, mas é importante considerar os filtros de papel, que entram no custo contínuo. Se você gosta de explorar sabores e tem prazer no processo, o V60 tem um ótimo custo-benefício pelo resultado que entrega.

Clever: beleza e sabor refinado

A Clever é prática, funcional e extremamente versátil. Sendo a junção do V60 e da Prensa Francesa, ela combina o melhor da imersão com a filtragem em papel, entregando um café equilibrado, encorpado na medida certa e com uma doçura bem evidente. Vale muito a pena para quem quer um café de qualidade, fácil de preparar e sem complicação, perfeita tanto para iniciantes quanto para quem já domina os métodos, apesar do preço ser um pouco mais elevado.

Resumo rápido:

– AeroPress: versátil, portátil e durável. Ideal para quem quer qualidade e praticidade.

– Prensa Francesa: simples, barata e perfeita pra quem gosta de café encorpado.

– V60: ótimo pra quem ama o ritual e quer explorar o sabor.
Clever: prática, funcional e extremamente versátil.

Se eu tivesse que escolher um, ficaria com a Prensa Francesa. Ela entrega um café encorpado, fácil de fazer e sem complicação, ainda permite brincar com diferentes receitas. Mas se o que você busca é consistência, praticidade na limpeza e um equipamento que dure anos, a AeroPress é a pedida perfeita. E você, qual método é o seu favorito? Ah, e se quiser descobrir qual combina mais com o seu jeito de tomar café, dê uma olhada no site da loja, lá você encontra todos esses métodos e cafés especiais para testar em casa.

Café na Moka: Como Evitar o Sabor Amargo

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Seu café na Moka fica amargo e sem graça?

Esse é um dos erros mais comuns no preparo caseiro, e o pior é que muita gente nem desconfia do motivo. A boa notícia é que dá pra resolver com alguns ajustes simples. Com as dicas certas, você transforma o sabor do seu café e descobre por que a cafeteira italiana é uma das formas mais charmosas (e saborosas) de preparar café em casa.

Segredos da Cafeteira Italiana: o que pode estar dando errado

A cafeteira italiana, também conhecida como Moka, é um clássico que atravessou gerações. Criada na Itália nos anos 1930, ela usa a pressão do vapor para extrair o café, e é justamente aí que mora o segredo. Se a moagem estiver errada ou a água for colocada fria, o equilíbrio da pressão e da temperatura se perde, e o resultado é um café queimado, amargo ou com gosto metálico.

A moagem é o primeiro ponto de atenção. Se o pó estiver fino demais (tipo o usado no espresso), ele entope o filtro, faz a pressão subir além do ideal e o café acaba “queimando” antes mesmo de extrair direito. O ideal é moer médio, com textura parecida com açúcar cristal ou areia grossa. Essa granulometria permite que a água passe de forma constante e que todos os sabores sejam extraídos de maneira equilibrada.

Outro segredo é usar água quente no compartimento de baixo. Muita gente coloca fria, mas o ideal é começar com água em torno de 70 a 75 °C, quase fervendo. Assim, a extração acontece na temperatura ideal (entre 93 e 95 °C) e o café fica mais doce, encorpado e com notas mais limpas. Usar água fria faz a pressão subir antes da hora e o café acaba sendo “lavado” a temperaturas muito baixas, perdendo complexidade e corpo.

Controle o fogo: o detalhe que muda tudo

O fogo é o maestro da Moka. Se ele estiver alto demais, o café sobe rápido, a água ferve antes do tempo e o sabor fica amargo. Se for muito baixo, o café passa tempo demais em contato com o calor e oxida.

O equilíbrio está em começar com fogo médio, suficiente para criar pressão, e, quando ouvir o primeiro “glu glu glu”, reduzir para o mínimo ou até desligar. O calor residual é o suficiente para terminar a extração.

E aqui vai um truque de ouro que vem direto dos baristas profissionais: quando o café terminar de subir, resfrie rapidamente a base da Moka sob a torneira com água fria. Isso interrompe o processo de extração instantaneamente e evita aquele gosto amargo do final da fervura.

Esse passo é simples, mas faz uma diferença absurda,  o café fica mais doce, equilibrado e com aroma mais intenso.

Como Fazer o Café na Moka Ficar Perfeito (passo a passo)

– Aqueça a água até cerca de 75 °C (quase fervendo).
– Coloque no reservatório inferior da Moka até a válvula de segurança.
– Adicione o café moído médio, nivelando levemente (sem compactar).
– Encaixe as partes da Moka com cuidado, ela vai estar quente, então use um pano.
– Leve ao fogo médio, com a tampa aberta para observar o início da extração.
– Quando começar a subir e ouvir o glu glu glu, reduza o fogo ao mínimo.
– Assim que o som mudar (indicando o fim da extração), retire do fogo e resfrie a base sob água fria.
– Sirva imediatamente,  o café da Moka é intenso e delicioso quando fresco.

Dica extra: se quiser uma bebida mais suave, adicione um pouco de água quente depois da extração (como se fosse um americano). Isso equilibra a intensidade sem perder o sabor característico.

Cuidados com a sua Moka: limpeza e manutenção

A Moka dura por décadas se bem cuidada. Evite usar detergente, basta enxaguar com água quente e deixar secar naturalmente. O detergente pode deixar resíduos e interferir no sabor.

Também é bom verificar periodicamente o anel de vedação (borracha entre as partes). Quando ele resseca, a pressão se perde e o café não extrai direito.

Três ajustes simples, moagem certa, água quente e controle de fogo, e o café da sua Moka nunca mais será o mesmo.

Quer dar o próximo passo e extrair todo o potencial dos seus grãos? Experimente nossos cafés especiais e descubra a Moka perfeita para o seu ritual. Aproveite os descontos antecipados da Black Friday e transforme seu café do dia a dia em um momento especial.

Clever: o método simples que faz café especial de verdade

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À primeira vista, a Clever parece simples demais pra ser boa, sem botões, sem controle de temperatura, sem técnica complicada. Mas é exatamente aí que mora a genialidade dela. A Clever é a prova de que dá pra fazer café especial em casa com praticidade, sabor e zero complicação.

Por que a Clever conquista quem ama café especial

Muita gente acha que pra preparar café de qualidade precisa de balança, precisão e técnica de barista. A Clever quebrou esse mito. Ela funciona por imersão, o café fica em contato com a água o tempo todo, e tem uma válvula inteligente que segura a extração até o momento certo. Assim, você controla totalmente a intensidade do sabor: mais tempo para cafés encorpados, menos para versões suaves

Como preparar café na Clever: equilíbrio entre praticidade e sabor

Para começar, use 13g de café moído médio-grosso para 200ml de água a 92 °C. Faça o bloom por 30 segundos, complete com o restante da água, mexa levemente e aguarde de 2 a 3 minutos. Depois é só apoiar na xícara e deixar a gravidade fazer o trabalho. O resultado? Um café equilibrado, com corpo, doçura e clareza, como se a prensa francesa e a V60 tivessem um filho perfeito.

Conclusão: por que a Clever é indispensável no preparo de café especial

A Clever é o método ideal para quem quer o melhor dos dois mundos: praticidade e sabor excepcional. Ela respeita o perfil de cada café e entrega resultados consistentes, mesmo para quem nunca fez café manual. Quer descobrir essa experiência na prática? Conheça a Clever e os cafés da Coffee & Joy aqui.