Filtro Melitta vs Prensa Francesa: Qual o Melhor Método Para Fazer Café em Casa?

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Dois métodos queridinhos, superpopulares e que provavelmente você tem pelo menos um deles no armário da sua cozinha: o clássico coador de papel estilo Melitta e a elegante prensa francesa.

Apesar de ambos prepararem um cafezão, o caminho de extração e o resultado na xícara são completamente diferentes.

Será que temos um vencedor absoluto? Colocamos os dois lado a lado em uma verdadeira batalha de métodos para avaliar história, sabor, praticidade, limpeza e versatilidade.

Um Pingo de História: De Onde Surgiram?

Antes de ligar a chaleira, vale a pena entender como essas duas ideias revolucionaram o jeito de tomar café no mundo:

1. O Filtro Melitta

No início do século XX (por volta de 1908), o café era coado quase sempre em filtros de pano ou em máquinas rudimentares que deixavam passar muita borra e amargor. Cansada de limpar panos difíceis e tomar café com pó no fundo da xícara, uma dona de casa alemã chamada Melitta Bentz resolveu improvisar.

Ela pegou uma caneca de latão, fez furos no fundo e usou uma folha de papel do caderno de lição de casa do filho como filtro. Deu tão certo, deixando o café limpo, suave e sem resíduos, que ela patenteou a invenção. É o método filtrado que usamos até hoje!

2. A Prensa Francesa

Apesar de carregar o “francesa” no nome, a história tem um toque bem italiano. A ideia inicial da infusão com êmbolo começou a ser desenhada por inventores franceses no século XIX, mas foram dois italianos nos anos 1920 que aperfeiçoaram o sistema e patentearam o design moderno de vidro com prensa de metal que conhecemos e amamos.

O Teste Prático: Preparando o Café Epifania

Para a disputa ser justa, usamos o mesmo café: o Epifania, um lote exótico da coffee&joy cheio de complexidade sensorial, com notas de noz-moscada, baunilha, flor de café e mel.

Usamos 20g de café para cada método, ajustando apenas a moagem de acordo com a necessidade de cada equipamento:

  • Melitta: moagem média (com textura visual que lembra açúcar cristal).

  • Prensa Francesa: moagem grossa (mais parecida com sal grosso). Essa moagem é indispensável na prensa para que as partículas de pó não passem pelo filtro de metal e a bebida não fique com excesso de borra.

O Passo a Passo de Cada Um


Escaldar:
 sempre escalde o filtro de papel da Melitta (para eliminar qualquer gosto residual de celulose) e também a jarra de vidro da prensa francesa (para pré-aquecer o equipamento). Importante: descarte essa água de escaldar antes de colocar o pó de café!

Na Prensa Francesa: coloque o pó moído grosso e adicione toda a água de uma vez só. Dê uma leve mexida para quebrar a crosta superficial, tampe e aguarde 3 minutos de infusão completa antes de baixar o êmbolo suavemente.

Na Melitta: coloque o pó médio. Faça primeiro uma pré-infusão com um pouco de água para hidratar o pó (“acordar o café”) e aguarde cerca de 30 segundos. Depois, divida o restante da água em mais 3 despejos circulares contínuos para extrair todos os aromas e sabores.

O tempo total de preparo em ambos fica bem parecido: por volta de 3 a 4 minutos. Mas e no copo, o que muda?

Resultado na Xícara: Visual e Sensorial

Olhando as xícaras lado a lado, a diferença já salta aos olhos:

  • Prensa Francesa: apresenta uma bebida mais turva e com corpo pesado e aveludado. Como o filtro de metal não bloqueia os óleos essenciais naturais do café, a bebida ganha textura e untuosidade marcantes. No nosso teste com o Epifania, a prensa destacou bastante as notas densas e picantes de noz-moscada.

  • Filtro Melitta: entrega uma bebida límpida, brilhante e translúcida. O papel retém grande parte dos óleos e todos os sedimentos finos, entregando uma xícara mais suave e delicada. O grande destaque aqui foi a acidez viva e presente, além de evidenciar com mais nitidez os aromas florais sutis.

A Batalha de Métodos

Colocamos os dois métodos para disputar nota a nota nos critérios mais importantes do dia a dia:Entenda as notas:

Critério Filtro Melitta Prensa Francesa
Facilidade de Limpeza 5 / 5 1 / 5
Praticidade para Transporte 5 / 5 3,5 / 5
Técnica no Preparo 4 / 5 5 / 5
Variação de Receitas 4 / 5 3 / 5
  • Limpeza: a Melitta leva nota máxima com facilidade: você só pega a abinha do papel, joga o pó na composteira ou lixo e passa uma água no suporte. Já a prensa exige descartar a borra, desmontar o êmbolo e lavar bem a tela de metal para não acumular resíduos oleosos.

  • Transporte: os suportes Melitta são leves, de acrílico ou plástico e resistentes a quedas. A prensa francesa é uma peça única e dispensa filtros de papel, mas por ter jarra de vidro exige mais cuidado na mala e na hora de lavar fora de casa.

  • Técnica exigida: a prensa é nota 5 em simplicidade: colocou pó, colocou água, esperou o tempo e abaixou o êmbolo. Na Melitta, a velocidade do fluxo de água, o número de despejos e a pré-infusão influenciam diretamente no resultado final.

  • Flexibilidade/Receitas: com a Melitta você consegue brincar com o tempo de contato, espessura da moagem e fluxo contínuo ou fracionado. Na prensa você controla proporção e tempo de infusão, mas não tem o fator “despejo” para alterar.

Afinal, Qual Deles Escolher?

O melhor método é aquele que combina com a sua rotina e o seu paladar:

  • Escolha o Filtro Melitta se: você gosta de uma xícara equilibrada, limpa e com boa acidez; adora brincar com técnicas de despejo e valoriza a máxima praticidade na hora de limpar tudo rapidinho pela manhã.

  • Escolha a Prensa Francesa se: você prefere café encorpado, aromático, aveludado e com bastante peso na boca; quer um preparo “sem segredos” onde basta cronometrar o tempo; e curte uma peça elegante que deixa a mesa do café linda.

O Segredo de Qualquer Método: O Grão Certo

Não importa se você vai de coador ou de êmbolo: o que vai garantir um café doce, cheiroso e sem amargor é a qualidade do café e a moagem correta.

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FAQ — Dúvidas Rápidas

Posso usar café de supermercado na Prensa Francesa?

Não recomendamos. O café tradicional de mercado costuma vir com moagem muito fina (que entope a tela de metal e deixa a xícara cheia de pó de café e amargor) e torra excessivamente escura, que não combina com infusão longa.

Por que escaldar a prensa e o filtro?

Escaldar o filtro de papel remove o gosto de celulose. Escaldar a jarra de vidro da prensa estabiliza a temperatura, evitando que a água quente perca calor bruscamente ao entrar em contato com o vidro frio.

Qual o tempo ideal de infusão na Prensa Francesa?

Normalmente entre 3 e 4 minutos de infusão já são suficientes para extrair toda a doçura e complexidade do café sem sobre-extrair notas adstringentes.

O Dia Em Que Uma Mulher Revolucionou o Café Com Um Pedaço De Papel!

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Já imaginou que o jeito mais comum de fazer café só existe porque alguém se irritou com o pó no fundo da xícara? Pois é, o filtro de papel nasceu de uma ideia caseira que mudou o café pra sempre! E te falar: a história por trás disso é mais inusitada do que você imagina. Continue lendo ou assista o vídeo.

Lá no século XX, o café já era uma bebida super popular na Europa, mas o preparo não era tão prático como hoje. As pessoas ferviam o pó diretamente na água ou usavam filtros de metal e tecido, só que isso deixava a bebida cheia de resíduos e com um sabor nem sempre equilibrado.


Foi aí que, em 1908, uma mulher chamada Melitta Bentz decidiu que não queria mais tomar café cheio de pó. Ela, então, usou um pedaço de papel mata-borrão do caderno do filho, colocou dentro de um copo furado e despejou o café por cima. E o resultado? Um café limpinho, filtrado e muito mais gostoso!



Melitta percebeu que essa ideia poderia facilitar a vida de muita gente, então, no mesmo ano, ela registrou a patente do primeiro filtro de papel da história e fundou a empresa Melitta, que até hoje é referência quando o assunto é café coado.

Naquela época, ninguém imaginava que esse método simples se tornaria um dos mais usados no mundo todo. O filtro de papel trouxe um grande avanço porque resolveu um problema comum: os métodos anteriores não eram tão eficazes e davam muito trabalho na hora da limpeza.

Hoje, graças a esse improviso na cozinha, o café filtrado se tornou parte da rotina de milhões de pessoas. E mais: com o tempo, os filtros foram evoluindo e hoje existem vários formatos e tipos de papel, cada um influenciando no sabor da bebida de um jeito único.

Tudo isso começou com uma ideia simples, né? E na loja coffee&joy tem vários coadores e filtros, pra todo tipo de gosto e preparo. Se quiser saber qual combina mais com você, dá uma olhada no nosso blog e no canal do YouTube – já testamos diferentes coadores pra te ajudar a escolher!

Qual a Diferença do Café Feito no Koar, na Hario V60 e na Melitta?

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Não é preciso ter inúmeros equipamentos em casa para fazer um café gostoso. Água e um café de qualidade são o bastante para tomar um café maravilhoso em qualquer hora e lugar.  

No entanto, o jeito como preparamos muda algumas percepções de sabor do café especial. Dependendo da forma que se prepara um mesmo café especial, é possível, por exemplo, dar destaque (ou ocultar) características sensoriais como acidez, corpo e doçura. Para ver qual a diferença de fazer café em coadores de formatos diferentes, testamos e provamos um mesmo café feito no Koar, na Hario V60 e na Melitta para comparar e descobrir o que cada um conseguiu realçar do café.

Assista ao vídeo ou continue lendo para saber qual a diferença entre o café feito no Koar, na V60 e na Melitta:

Aqui tem um breve resumo sobre cada um dos coadores que, curiosamente, tem 3 nacionalidades diferentes: brasileira, japonesa e alemã. Mas se você já sabe disso, role a página até a parte da Batalha dos Métodos.

Sobre o Koar

O Koar foi criado aqui no Brasil, mais precisamente em Pernambuco.  Ele possui formato cônico com angulação de 55°. As ondulações internas auxiliam na expansão do café moído e não deixam o filtro de papel grudar nas paredes do coador durante o preparo. Ele possui uma abertura inferior com um diâmetro maior, que proporciona um controle na velocidade do fluxo da água.

Por causa do formato cônico e abertura maior, o Koar possui filtro de papel próprio. No entanto, os filtros do V60 e os filtros convencionais (com base reta) podem ser adaptados para o uso cotidiano. E também já é possível encontrar filtros de pano que se encaixam perfeitamente nele.

A princípio, o Koar foi projetado em cerâmica vitrificada e feito de forma artesanal, assim cada peça era única. E com o tempo foi ganhando novas versões de acrílico e inox e recentemente foi lançado o modelo de porcelana.

Por ser um produto idealizado e fabricado no Brasil, bem como a variedade de materiais em que é produzido e a possibilidade de criar diversas receitas, fez com que o Koar ganhasse popularidade entre os baristas e os apaixonados pelo café. Inclusive, já existe um campeonato nacional de preparação de café com o Koar: a Copa Koar. 

>>Veja como preparar um café no Koar<<

Sobre o Hario V60

A Hario é uma empresa japonesa referência na fabricação de equipamentos e acessórios para o preparo de café, principalmente café especial. O coador Hario V60 ganhou esse nome por conta do formato cônico em ‘V’ e a angulação de 60° que ele possui. 

Este formato cônico e as ranhuras internas que ele possui adicionam profundidade ao café moído, assim a água flui com mais facilidade em direção ao centro. Funciona como um tipo de redemoinho, fazendo com que a água gire ao passar pelo café moído e aumente o tempo de contato. E assim, promete extrair os compostos do café com facilidade. 

Já a abertura no fundo, possui um diâmetro maior e proporciona controle na velocidade do fluxo de água. Esses detalhes e o seu formato cônico são os diferenciais do V60. Em relação aos filtros, a Hario possui um filtro de papel próprio compatível com ela. Porém, não fica a mesma coisa, mas os filtros de papel convencionais (com base reta) podem ser adaptados para o uso no dia a dia.

Assim como o Koar, a Hario V60 também possui versões em diferentes materiais, tais como vidro, acrílico, porcelana e metal.

Sobre a Melitta 

Apesar de ser uma das formas mais comuns de preparar café nos lares brasileiros, a Melitta não surgiu aqui. O filtro foi criado na Alemanha, em 1908. E a responsável por sua invenção foi Amalie Auguste Melitta Bentz, uma dona de casa que buscava preparar um café que não tivesse resíduos de pó na xícara.

O diferencial da Melitta é justamente o seu formato, que lembra um trapézio com o fundo reto (geralmente, com um pequeno furo na base). Assim, o café fica mais tempo em contato com a água e pode extrair todos os sabores com facilidade.

Diferença dos fundos de cada coador. Da esquerda para a direita: Koar, Hario V60 e Melitta

É possível encontrar a Melitta de diversos tamanhos e materiais, como plástico, acrílico e cerâmica. Outro detalhe é que ao longo dos anos, foram adicionados mais furos na base e texturas (ranhuras) nas laterais – o que facilita a passagem de água pelo café e aumenta o controle durante a extração.

Em relação ao preço e a facilidade, a Melitta é uma das formas mais acessíveis de preparar café. Podendo ser encontrada em supermercados e lojas de conveniências. Um jeito prático e simples de fazer café no dia a dia. 

A Batalha dos Métodos – Diferença Entre O Café Feito No Koar, Na Hario V60 E Na Melitta

Para a comparação, escolhemos o Koar, a Hario V60 e a Melitta nos materiais de acrílico e plástico, já que são as versões mais tradicionais e acessíveis. Usamos todas no tamanho 02, bem como os respectivos filtros originais de cada marca. 

Da esquerda para a direita filtro do Koar, da Hario V60 e da Melitta

Sobre o café, o escolhido foi o Bossa Nova, pois ele é um café especial bastante complexo, que traz notas de iogurte com mel, melado, lima, pêra e melão. Sua acidez é cítrica e láctica (acidez presente no limão e no iogurte natural, por exemplo), tem um corpo denso e possui uma finalização longa e complexa. O que o torna ideal para esse tipo de teste.

Cafés especiais possuem uma grande variedade de sabores, dos mais achocolatados e doces aos mais exóticos e complexos. Além disso, passam por rigorosos processos desde a lavoura, o que garante qualidade e sabores surpreendentes. Caso queira conhecer alguns, indico que comece por aqui.

Para os preparos, utilizamos 20g de café para cada um. E a moagem escolhida foi a média para todos. Ela é a mais recomendada no preparo de café por filtragem. Pois, se a moagem for muito fina (como a usada em máquinas de espresso) o café ficará super-extraído e com muito amargor na xícara. Já uma moagem muito grossa (típica da prensa francesa ou cold brew) deixará o café sub-extraído e com sabor azedo. 

Caso não tenha um moedor e queira fazer a mesma experiência em casa, não tem problema. Aqui você pode encontrar cafés frescos e nas moagens que precisar.

Fervemos 200ml de água para cada método e deixamos chegar na temperatura de 93°C. Aqui, retiramos a água assim que começou a ferver e usamos ela para escaldar os filtros de papel para retirar sabores e resquícios de impurezas do papel e para aquecer as jarras.

Preparamos os cafés da seguinte forma: a quantidade total de água (200ml) foi divida em 4 partes e adicionada lentamente sobre o café moído. Aguardamos 30 segundos entre cada jogada de água. E o tempo de cada preparo foi de 02:30 minutos.

Caso queira mais detalhes sobre as formas de preparo e o passo a passo de cada uma, acesse aqui.

E o resultado na xícara foi INCRÍVEL!

Veja só:

KOAR: a bebida ficou limpa, sem nenhum resquício de pózinho no fundo da xícara. A doçura foi algo sentido com facilidade e explodiu na boca. A acidez do café ficou perceptível se comparada ao café na Melitta, mas um pouquinho mais leve se for comparada ao V60. Já a sensação de peso que traz na boca (corpo) foi menor que a dos outros dois, mas ainda sim é denso. Tanto cafés com perfis frutados e com acidez mais elevada ou cafés achocolatados e doces ficam muito saborosos quando preparados no Koar.

HARIO V60: o café ficou bastante limpo na xícara, sem nenhum resíduo de pó. A bebida teve um equilíbrio entre os sabores do café e a acidez ficou mais perceptível. O peso do café na boca (corpo), ficou presente e denso. Senti a doçura do café facilmente, apesar de destacar a acidez. E a finalização ficou por muito tempo na boca, mostrando a complexidade do café como um todo na xícara. A minha conclusão é que para o V60, cafés mais frutados, doces e com mais acidez, são os mais indicados, já que são estes os atributos que mais são identificados neste método.

MELITTA: na xícara, o café ficou bem limpo e sem nenhum resquício de pó. Doçura e corpo foram os atributos que mais chamaram a atenção. Já a acidez presente no café Bossa Nova, não foi destacada. E trouxe um leve amargor no final, mas nada que pudesse incomodar e quase imperceptível. Isso é normal, porque a base achatada do filtro faz com que tenha um tempo maior de contato do pó com a água. Por isso, cafés com perfis mais achocolatados, doces e com acidez baixa são uma ótima escolha na hora de preparar café na Melitta.

Os atributos sensoriais são bem sutis entre eles e perceptível para quem tem um bom paladar ou está treinado para fazer análise sensorial de café.

Todavia, a percepção da acidez entre o Koar e V60 comparado com o Melitta é bastante fácil de identificar, a mudança de percepção sensorial da acidez do café Bossa Nova entre os dois primeiros e Melitta é bem perceptível e vale a pena testar em casa para entender o que é esse atributo sensorial.

Veja aqui o que são as notas sensoriais que descrevemos acima e como identificar cada uma.

Para ir um pouco além, buscamos comparar outros pontos de diferenças entre o Koar, o V60 e a Melitta. Abaixo analisamos a praticidade, limpeza, dificuldade e versatilidade no uso diário.

Pontuamos cada um deles numa escala de 1 a 5, veja só:

Já viu as outras edições da Batalha de Métodos:

1. Diferença do Café no Coador com Filtro de Papel e Filtro de Inox?

2. Diferença do Café no Filtro de Pano e no Filtro de Papel?

3. Diferença do Café na Prensa Francesa e no Filtro de Papel?

4. Diferença do Café na Aeropress e na Prensa Francesa?

Conclusão

Após analisar cada um dos métodos de preparo e os atributos destacados em cada, a minha opinião é que o Koar e o V60 são mais indicados para quem busca se aventurar na hora de preparar o café. Já que é possível alterar muitas variáveis durante o preparo, como o tempo e a moagem. Diferentes tipos de cafés, dos mais doces e aos mais ácidos e frutados ficam ótimos em ambas as formas. No entanto, é preciso um pouco de dedicação na hora de aprender como cada um funciona, para quem deseja extrair com exatidão e muita aventura o que esses dois coadores prometem.

Já a Melitta, prepara um café saboroso e encorpado. Além disso, é prática e pode ser achada com facilidade em qualquer cidade, assim como seus filtros. Cafés mais doces ficam perfeitos na Melitta. Mas o interessante mesmo é testar e encontrar o tipo de café e forma de preparo que mais agrada e se encaixa na rotina. Aqui na @coffee_and_joy gostamos de TODAS! O que importa no final de cada preparo é o café ficar saboroso para quem vai tomar.

Enjoy!

Ah, ficou com alguma dúvida sobre as diferenças entre o café feito no Koar, no V60 e na Melitta? Manda uma mensagem em nosso chat online!