Clever ou Hario V60: qual método coado faz o melhor café em casa?

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Olhando rápido, a Clever e a Hario V60 parecem parentes próximas. Ambas utilizam filtro de papel, têm formato cônico e preparam cafés limpos. Mas na prática, e principalmente na xícara, elas entregam propostas completamente diferentes.

Essa foi a disputa campeã da nossa enquete lá no Instagram (se você ainda não segue a gente, corre lá: @coffee_and_joy).

Colocamos os dois métodos lado a lado em uma verdadeira Batalha de Métodos. Afinal, qual deles entrega a melhor bebida e qual faz mais sentido para a sua rotina?

De onde vieram esses métodos?

Antes de colocar a água para esquentar, vale entender a história e a proposta por trás de cada um.

Clever Drip: a inteligência da infusão

A Clever surgiu em Taiwan por volta dos anos 2000, criada pela Abid Co. (que significa Absolutely Best Idea Development Company, ou “Absolutamente a melhor empresa em desenvolvimento de ideias”).

O próprio nome Clever significa “esperto” ou “inteligente”. E ela é genial por um motivo simples: une o melhor de dois mundos.

Ela combina a técnica de imersão (como a Prensa Francesa, onde o pó fica em contato constante com a água) com a filtragem em papel. Graças a uma válvula no fundo, o café só desce quando você apoia o suporte na xícara ou jarra.

Hario V60: precisão e elegância japonesa

Lançada entre 2004 e 2005 no Japão pela tradicional empresa Hario, a V60 virou o maior clássico das cafeterias de café especial pelo mundo.

Ela recebe esse nome pelo formato em “V” e pelo ângulo exato de 60 graus de suas paredes. Além disso, conta com ranhuras espirais internas que direcionam o fluxo de água e ajudam o café a expandir uniformemente.

E como esses métodos funcionam na prática?

Agora que você já conhece a origem e a proposta de cada um, chegou a hora de colocar a mão na massa. E o primeiro passo dessa jornada começa pelo coração de qualquer método coado: o filtro de papel.

Embora passem despercebidos por muita gente, o desenho e o corte do papel exercem um papel crucial na forma como a água passa pelo pó e no tempo total de contato com o café.

Os Filtros: formato muda tudo

O design do filtro dita a dinâmica de extração:

  • Filtro da Hario V60: cônico com ponta triangular bem acentuada, direcionando todo o fluxo para um único furo grande na base.

  • Filtro da Clever: lembra bastante o formato trapezoidal tradicional (estilo Mellita), com base reta/achatada.

Entendida a teoria e as diferenças de cada filtro, nada melhor do que testar os dois métodos em condições iguais para sentir o resultado real na xícara.

O Teste: lado a lado na bancada

Para uma comparação justa, usamos a mesma receita e o mesmo café nos dois métodos:

  • Café: Manancial da Coffee & Joy (origem Matas de Minas, notas frutadas, melado, avelã e chocolate ao leite).

  • Dose: 20g de café para 300ml de água.

  • Moagem: média (ideal para os dois métodos).

 

Dica de ouro: em qualquer método com filtro de papel, sempre escalde o filtro com água quente antes de colocar o pó. Isso elimina qualquer resquício de gosto de papel e pré-aquece seus utensílios. Descarte essa água antes de começar!

Como foi o preparo na Clever

  • Colocamos os 20g de café moído no filtro já escaldado.
  • Despejamos todo 300ml de água de uma vez só, em movimentos retos (frente e trás).
  • Tampamos e deixamos em infusão.
  • Em 2 minutos, abrimos a tampa e demos uma leve mexida com uma colher para uniformizar a extração dos grãos frescos na superfície.
  • Em 3 minutos e meio de infusão total, posicionamos a Clever sobre a jarra para liberar a válvula e finalizar a filtragem.

Como foi o preparo na Hario V60

  1. Dividimos a água em 3 ataques:

    • 1º ataque (pré-infusão): apenas o suficiente para molhar todo o pó, aguardando 30 segundos para o café florescer.

    • 2º ataque: despejo contínuo em círculos concêntricos até cobrir a cama de café.

    • 3º ataque: despejo final completando os 300ml.

  2. O fluxo constante e o controle de tempo garantiram uma extração equilibrada, sem amargor por lentidão nem subextração por velocidade excessiva.

O que mudou na xícara?

Visualmente, a bebida da V60 é um pouco mais translúcida, enquanto a da Clever apresenta um tom ligeiramente mais denso. Na degustação, as diferenças ficam nítidas:

  • Na Clever: o café ganha um corpo aveludado e macio, com a doçura natural muito realçada. As notas de melado e chocolate do café Manancial se destacaram com intensidade.

  • Na Hario V60: o resultado é uma bebida com corpo mais limpo, grande brilho e acidez viva. As notas frutadas e complexas do grão ficaram muito mais evidentes e destacadas.

Notas de Batalha: Praticidade, Limpeza e Técnica

Para quem usa no dia a dia, a experiência prática conta muito:

1. Limpeza

  • Ambos (Nota 5/5): Facilidade máxima. O pó fica retido no filtro de papel: tirou, jogou na lixeira/compostagem, enxaguou com água quente e está limpo. Periodicamente, basta lavar com esponja macia e detergente neutro.

2. Portabilidade e Praticidade para Viagem

  • Hario V60 (Nota 5/5): Leve, compacta, peça única, cabe fácil em qualquer cantinho da mala.

  • Clever (Nota 3/5): Mais volumosa, com base larga e composta por três partes (suporte, tampa e base), ocupando mais espaço.

3. Exigência Técnica

  • Clever (Nota 5/5 – Muito fácil): Quase à prova de erros. Basta despejar a água toda de uma vez, tampar, marcar o tempo e abrir a válvula. Repetível e consistente mesmo para iniciantes.

  • Hario V60 (Nota 3/5 – Exige atenção): Pede mais técnica. O uso de uma chaleira de bico fino facilita muito o controle dos despejos e do tempo de contato da água.

4. Versatilidade de Receitas

  • Clever (Nota 5/5): Permite brincar livremente com tempos de infusão, mexidas e tempos de escoamento.

  • Hario V60 (Nota 4/5): Muito versátil em proporções, divisões de ataque e fluxos, embora dependa um pouco mais de ajuste fino na moagem.

Veredito: qual escolher para a sua rotina?

Ambos os métodos são incríveis, mas atendem a perfis diferentes:

  • Escolha a Hario V60 se você: adora cafés exóticos e frutados, valoriza acidez brilhante, gosta do ritual detalhado de passar o café e quer um método leve para levar a qualquer lugar.

  • Escolha a Clever se você: prefere cafés mais doces, densos e aveludados, busca praticidade sem complicação na rotina e quer um café excepcional sem medo de errar a técnica de despejo.

O segredo em comum: o café precisa ser fresco!

Não importa o método escolhido: se o grão não tiver qualidade e torra fresca, nenhuma cafeteira faz milagre.

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FAQ — Perguntas Frequentes

Posso usar filtro comum de mercado (tipo Melitta) na Clever?

Sim! O formato trapezoidal número 102 ou 103 costuma encaixar perfeitamente na Clever tradicional.

Preciso de chaleira de bico fino para usar a Clever?

Não. Como na Clever você despeja todo o volume de uma só vez para fazer infusão direta, qualquer chaleira ou jarra atende muito bem.

Por que mexer a crosta do café na Clever?

Cafés especiais recém-torrados liberam gases e formam uma camada superficial (“crosta”). Dar uma mexidinha suave por volta dos 2 minutos garante que todas as partículas continuem em contato homogêneo com a água.

Cafeteira Italiana ou Prensa Francesa: qual combina mais com você?

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Quando a gente muda o método de preparo, o mesmo café pode se transformar completamente. Foi isso que descobrimos ao comparar a cafeteira italiana (também conhecida como Moka) com a prensa francesa. Continue lendo ou assista o video.

Os dois são métodos super populares, mas entregam experiências bem diferentes na xícara. Para essa “batalha de métodos”, escolhemos o café Vênus, que é um café intenso, com notas de chocolate e amêndoas.

Começando pela cafeteira italiana: ela usa pressão para fazer o café subir até o compartimento superior. No nosso teste, usamos moagem média e fogo bem baixinho. 

Assim que o café começou a formar espuma na tampa, desligamos. O resultado? Notamos um café encorpado, com corpo denso, finalização prolongada e um sabor suave das notas de amêndoas e chocolate. 

A acidez é média-baixa e pode sobrar um pouco de pó no fundo da xícara, o que dá ainda mais rusticidade ao preparo. É uma ótima escolha pra quem gosta de cafés intensos, quase como um espresso feito em casa.

Já a prensa francesa funciona de outro jeito. A moagem é mais grossa e o preparo é por infusão: misturamos o pó com água quente, mexemos no primeiro minuto para hidratar o café e depois deixamos repousar por mais dois minutos antes de pressionar o êmbolo. O café sai mais turvo, com corpo acentuado e textura oleosa. Mas o destaque vai para o sabor: a prensa realça bastante a acidez, a doçura e o perfil sensorial do café, principalmente se ele tiver notas frutadas, achocolatadas ou de especiarias. 

No nosso teste com o Vênus, sentimos que a prensa deixou o sabor e a intensidade ainda mais notáveis, ressaltando bem as notas e o  aroma do chocolate. A prensa é uma escolha incrível para quem quer sentir mais o sabor original do grão.

Um ponto importante nos dois métodos é o uso de café moído na hora. Isso faz muita diferença no sabor final. Mas se você ainda não tem moedor, pode pedir o café já moído na moagem ideal para cada método. A gente já deixa preparado e envia do jeitinho certo pra você aproveitar.

Outra diferença prática: a cafeteira italiana costuma fazer menos café por vez e exige mais atenção com o preparo, enquanto a prensa francesa é ótima pra servir mais gente e fica linda à mesa. Em compensação, a prensa precisa de uma limpeza mais cuidadosa, já que o pó se espalha mais.

No fim das contas, não existe “melhor” método mas sim o que mais combina com você. Se você prefere um café intenso, com bastante corpo e um sabor mais “pegado”, a italiana é perfeita. Mas se você gosta de cafés mais sensíveis, encorpados, aromáticos e com sabores mais perceptíveis a prensa vai te conquistar!

E se quiser variar, nada impede de usar os dois! Parte da graça de explorar o mundo dos cafés especiais é descobrir como cada preparo revela um lado diferente do mesmo grão.

Vai lá na nossa loja que você encontra esses e outros métodos que vão mudar a sua experiência com o café.

Qual a Diferença do Café Feito no Coador Melitta e na Clever?

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Quem toma café já reparou que existem diversos tipos de coadores diferentes, dos mais variados formatos, materiais e tamanhos. Mas o que será que essas características influenciam na hora de fazer o café? Para tirar essa dúvida, colocamos lado a lado dois tipos de coadores, que se parecem no formato mas que tem características diferentes: a Melitta e a Clever. O experimento é para saber se realmente tem diferença no café feito em coadores diferentes, tanto no sabor quanto na praticidade, limpeza e usabilidade. 

Continue lendo ou assista ao vídeo:

Sobre o Coador Melitta

Este porta filtros foi inventado por uma alemã, a Dona Melitta Bentz, em 1908. Ele surgiu diante de uma necessidade da dona de casa alemã para preparar um café que não ficasse com resíduos na xícara. Antes disso, era mais comum usar métodos com filtros metálicos como a prensa francesa ou cafeteira italiana e que sempre deixavam passar resíduos para a xícara, por mais fino que o filtro fosse.  

Apesar do coador com o filtro de papel ter chegado ao Brasil só em meados de 1968, ele é uma das formas de preparar café mais utilizadas por aqui. Quem nunca tomou café coado?

Um dos diferenciais da Melitta é esse formato de trapézio com fundo reto e um pequeno furo na base. Isso faz com que fique mais tempo em contato com a água e pode extrair todos os sabores com facilidade.

Ele é simples de usar, faz um bom café e hoje já existem várias versões de tamanhos, cores e materiais. É acessível, fácil de comprar e tem um custo baixo. 

Já comparamos o filtro de papel com outros coadores e métodos. No final deste post, tem link para todas as batalhas que já fizemos até hoje.

Sobre a Clever

A Clever Dripper, como o próprio nome já diz, é uma forma inteligente de preparar café. Ela foi inventada pela ABID Co (Absolutely Best Idea Development Company – ótimo nome na tradução é Absolutamente a Melhor Empresa de Desenvolvimento de Ideias), e começou a ser vista por volta dos anos 2000 (não se sabe ao certo quando foi inventada).

Ela possui o formato parecido com um trapézio, assim como o Melitta. A maior diferença é que ela possui uma válvula na base, que retém o líquido dentro dela até que essa válvula seja ativada.

Dessa forma, o pó de café fica em imersão total na água, assim como acontece com a prensa francesa e, no final, o café é filtrado pelo papel, que captura qualquer resquício de pó de café.

O interessante é que este conceito de design da Clever é semelhante ao de cupping (prova profissional de café), já que possui um controle de todas as variáveis no processo de extração e promete destacar, assim, as características reais do café. 

É possível encontrar a Clever em 2 tamanhos, o pequeno que serve até 300ml ou o grande, que serve até 500 ml. Além disso, a Clever utiliza filtro de papel comum, com a base reta. Apesar de possuir um filtro próprio, o filtro comum que encontra em qualquer supermercado, se encaixa também na Clever.

A Batalha dos Métodos

A Clever e o coador Melitta são muito parecidos no formato, mas resultam em sabores diferentes na xícara. E para comparar os dois coadores, fizemos um teste usando o mesmo café, com a mesma moagem e mesma proporção dos dois métodos.

Escolhemos o café Coquetel, da assinatura da coffee&joy para fazer a comparação. É um café exótico, que possui sabor com notas que lembram rum, frutas brancas e manga. Possui acidez málica equilibrada, corpo delicado e finalização longa e complexa.

A acidez equilibrada e as notas exóticas serão bons pontos de partida para comprar o resultado dos dois coadores, já que a Clever promete destacar mais as características reais do café e o Melitta, como já vimos em outras batalhas, evidencia mais a doçura natural do café. 

E vale lembrar que café não é tudo igual. Cafés especiais possuem maior qualidade e mais sabor do que os cafés tradicionais de supermercado. Os cafés tradicionais usam uma matéria prima de menor qualidade e possui uma torra carbonizada, enquanto os especiais possuem torra mais branda é possível encontrar notas sensoriais naturais diversas e sabores que agradam até os paladares mais exigentes. Se ainda não provou cafés especiais, que tal começar por aqui.

Para cada coador, usamos 30g de café moídos com moagem média. Se a moagem for muito fina, pode super extrair e até amargar, já que aumenta o contato do pó com a água. 

Fizemos a moagem logo antes de preparar, que fica mais gostoso e perceptível as notas do café. Por isso, se for fazer em casa, se possível, moa na hora. Mas caso não tenha moedor, não tem problema. Peça um café fresco e moído antes de ser enviado para você, com a moagem na medida certa. Acesse aqui e saiba como. 

Para preparar o café, fervemos 40oml de água para cada coador e usamos cerca de 100ml para limpar cada um, retirando impurezas e o sabor de papel do filtro e, também, para deixar tudo já aquecido. Descartamos a água da limpeza.

Na Clever, adicionamos a água toda de uma vez e mexemos o pó depois de 2 minutos. Na Melitta, fomos adicionando a água aos poucos, em 3 momentos, sendo que na segunda água, mexemos levemente o pó para extrair melhor o café.

Em 3:30 minutos acabou o preparo da Melitta e acionamos a válvula da Clever, posicionando ela na jarra, para o café extrair.

Se quiser ver mais detalhes sobre os preparos, o passo a passo e mais informações sobre os equipamentos, acesse aqui.

Veja só o resultado:

CLEVER: o que mais se destacou aqui foi o equilíbrio de todos os atributos. As notas do café ficam bem evidentes, a presença da doçura é bastante nítida, tem acidez, mas menos que no Melitta (o que já era esperado, pois o café fica um tempo sob infusão, como acontece com a prensa francesa). O corpo ficou viscoso e denso, muito gostoso de sentir. A finalização ficou sutil, mas longa e bastante prazerosa. A xícara fica bastante limpa, por conta do filtro de papel que é utilizado, que retém os óleos e o pó pulverizados. Na Clever, cafés especiais mais complexos (exóticos e frutados) são os mais indicados, pois o método deixa mais evidente as notas sensoriais do café, realçando corpo e doçura.

MELITTA: na xícara, o café ficou bem limpo e sem nenhum resquício de pó por conta do filtro de papel. Apresentou um pouco mais de acidez do que a Clever. A doçura estava presente, mesmo que menos um pouco do que no outro coador. O corpo estava mais leve. O destaque aqui é a finalização, que é bem mais intensa e perceptível, apesar de ser mais curta (acaba mais rápido). Ele trouxe um leve amargor no final, quase imperceptível, mas nada que pudesse incomodar. A percepção é que o café ficou mais intenso do que a Clever e, por isso, para quem gosta de café mais “forte”, a Melitta é mais indicada. Assim, cafés com perfis mais intensos (com notas de chocolate) e com perfil doce são uma ótima escolha na hora de preparar café na Melitta.

Um exercício legal para fazer nos dois métodos com o café Coquetel é a comparação do equilíbrio dos atributos e do peso do café na boca (corpo). O primeiro, basta concentrar para sentir o doce natural, acidez (com a salivação da língua) e a finalização (o tempo e intensidade que o gostoso permanece na boca depois de engolir). E, em seguida, sentir como estes atributos conversam entre eles. Na Melitta a intensidade prevalece enquanto na Clever, o equilíbrio entres estes atributos estão em perfeita harmonia.

Em seguida, abstraia todos estes atributos e concentre apenas no peso que o café tem na boca. É muito evidente como o café Coquetel feito na Clever possui um peso maior (envolve mais a boca) enquanto o Melitta escorre mais rápido (corpo mais leve). 

Os atributos sensoriais são bem sutis entre eles e perceptível para quem tem um bom paladar ou está treinado para fazer análise sensorial de café. Mas com um pouco de treino, qualquer pessoa consegue sentir tudo o que o café especial tem para oferecer, tem um post aqui com dicas práticas para treinar em casa.

Indo um pouco além, comparamos a diferença do café feito na Clever e no coador Melitta, levando em conta outros pontos, como limpeza, praticidade, dificuldade e versatilidade.

Pontuamos cada um deles numa escala de 1 a 5, veja só:

Vejas as outras edições da Batalha de Métodos:

– 1a edição: Diferença do Café Feito na Prensa Francesa e no Filtro de Papel.

– 2a edição: Diferença do Café Feito no Coador com Filtro de Papel e no Coador com Filtro de Inox 

– 3a edição: Qual a Diferença do Café Feito no Filtro de Pano e no Filtro de Papel?

– 4a edição: Qual a Diferença do Café Feito na Aeropress  e na Prensa Francesa?

– 5a edição: Qual a Diferença do Café Feito no Koar, na Hario V60 e na Melitta?

– 6a edição O Impacto do Material do Coador no Sabor do Café – Qual a Diferença de Coador de Plástico e Coador de Cerâmica?

Conclusão

Depois de analisar cada um dos atributos da batalha dos métodos, a minha opinião pessoal é que a Clever é mais indicada para quem gosta de se aventurar no mundo do cafés, testar diferentes tipos e ter mais clareza na percepção das notas sensoriais. É um dos métodos de preparação de café mais fáceis que você vai encontrar e oferece tanto os benefícios de um café coado como dos preparados na prensa francesa. Além disso, dá para ir alterando receitas, para obter resultados diferentes na xícara.

Já a Melitta, prepara um café mais intenso. Além disso, é prática e pode ser achada com facilidade em qualquer cidade, assim como seus filtros. Cafés mais intensos e doces ficam perfeitos na Melitta. Mas o interessante mesmo é testar e encontrar o tipo de café e forma de preparo que mais agrada e se encaixa na rotina.

Aqui na @coffee_and_joy somos fãs da Clever e usamos a Melitta todos os dias de manhã! O que importa no final de cada preparo é o café ficar saboroso para quem vai tomar.

Teve alguma dúvida sobre as diferenças entre o café feito na Clever e na Melitta? Me chama no chat online. 

Testou em casa as diferenças? Me marca nas redes sociais @coffee_and_joy para participar da sua viagem sensorial.