O café aceita tudo – menos desaforo (rs). Tomar café é bom em qualquer lugar: seja na padaria, em casa, no aeroporto, na faculdade, no trabalho ou numa cafeteria. Uns preferem o cappuccino da cafeteria e outros optam pelo pingado da padaria; mas por quê não juntar os dois? Continue lendo ou assista o vídeo para aprender a turbinar o seu café pingado.
O mimo do mês da assinatura coffee&joy foi o que inspirou essa releitura do clássico pingado de padaria. O copo lagoinha, aqui em Belo Horizonte, é quase patrimônio da humanidade. Fora do estado, ele até é conhecido por outro nome – o famoso copo “americano”.
E de onde veio o “lagoinha”, então? O nome vem do bairro Lagoinha, localizado na região Noroeste da cidade, o berço gastronômico e boêmio de Belo Horizonte, onde o copo foi comercializado pela primeira vez. Desde então, ele compõe a mesa dos brasileiros e se faz presente o dia inteiro: desde a hora do café até a hora da cachaça.
Uma outra curiosidade: o copo lagoinha foi eleito em Belo Horizonte e pelos demais mineiros como o melhor copo do mundo para se tomar cerveja! Então, vamos combinar: esse nome é muito mais legal!
Para fazer um capuccino de cafeteria, é necessário um café espresso e um leite bem vaporizado na máquina de espresso. Já o pingado da padaria, é só café e leite.
Para turbinar o clássico pingado de padaria, vamos fazer um leite cremoso com o que todo mundo tem em casa: uma garrafinha de plástico.
Outra parte importante é a qualidade do café. Por isso vamos usar o café Chocomoca da assinatura coffee&joy – um café raríssimo, devido ao seu grão que tem uma anomalia bem difícil de encontrar, que acaba armazenando mais doçura – e o preparamos no filtro de papel mesmo. A proporção que recomendamos é 1 colher de sopa de pó de café para 1 copo lagoinha de água (cerca de 13g para 130ml).
Em uma garrafa, adicione cerca de 30ml de leite e chacoalhe bastante, até que o leite fique cremoso. Esse processo também pode ser feito com a prensa francesa ou espumador de leite. Veja aqui como fazer leite cremoso em casa.
Em um copo ou xícara, adicione 100ml de café. Em seguida, adicione o leite já espumado. Enjoy!
Distribua o mel nas paredes do copo com o auxílio de uma colher. Espume o leite da mesma maneira ensinada na receita anterior e deposite no copo. Em seguida, adicione o café e… enjoy!
Você sabia que o café é uma fruta? O que a gente consome é a semente torrada e moída. Mas antes, ela passa por processos que geram diferentes tipos de café. E entre eles, existe o café especial: o tipo de caf´é de maior qualidade. Continue lendo ou assista o vídeo para saber mais sobre ele.
Já sabemos que o café é uma fruta – e bem docinha. O que a gente consome é a semente torrada e moída. Por isso, é correto dizer que a gente bebe “chá” ou “suco” de café!
Sobre os tipos de café, existe uma pirâmide que nos ajuda a entender melhor: na base dela, temos os cafés tradicionais – extra-forte, normalmente encontrados em supermercados. Acima deles, temos os cafés superiores. Em seguida, os cafés gourmet e, no topo da pirâmide, encontramos os cafés especiais.
Para um café ser considerado especial, ele precisa passar por uma extensa análise, com profissionais certificados da Associação Internacional de Cafés Especiais e, claro, receber uma pontuação acima de 80 pontos na metodologia de avaliação da SCA.
na prática, o que de fato é café especial?
O café especial passa por processos super cuidadosos até chegar na xícara. Ele é plantado em um terroir apropriado e é submetido a testes de torra para realçar toda doçura e sabor que ele apresenta naturalmente – afinal, ele é uma fruta. Todos esses processos garantem um café rico em aroma, sabor, doçura e outras características que vem do pé.
Muita gente tem o costume de chamar o café especial de “chafé”, mas isso não está relacionado ao fato dele ser uma fruta. Acontece que os cafés tradicionais, por não passarem pelos mesmos processos de qualidade que o café especial, apresentam defeitos e impurezas na matéria-prima como galhos, pedras, gravetos, etc.
Para disfarçar essas impurezas, eles são torrados excessivamente, até carbonizados. A torra excessiva do café afeta o sabor final da bebida, deixando-o amargo e quase impossível de consumir sem que seja adoçado. Além disso, a torra carbonizada também é responsável pela tintura preta na xícara. Ou seja, a cor não é sinônimo de intensidade, mas sim de coisas impuras.
Os cafés especiais já são tratados com maior cuidado e ciência. Tudo isso para garantir que o sabor natural seja realçado e não seja “queimado”. Normalmente os cafés de maior qualidade têm uma torra média; o que nos dá uma maior clareza de todo o sabor e doçura e notas sensoriais que essa fruta tem.
o que são as notas sensoriais dos cafés especiais?
As notas que vão no rótulo do café especial são percepções sutis que lembram outros alimentos, cheiros e gostos. Depois que o café especial é torrado, o profissional credenciado faz a prova e anota quais aromas, sabores e alimentos que aquele café lembra – naturalmente. É como se fosse as notas dos vinhos; não é nada artificial e cada café possui suas características próprias e naturais.
Essas notas surgem a partir de como aquele café foi tratado, quais foram os processos usados, o tipo de torra, a região, o clima e vários outros fatores. Tudo isso vai influenciar no sabor que a gente sente na xícara.
O café é composto basicamente por 10% de pó de café e 90% de água. Se tratando de um café de alta qualidade, com doçura natural e notas sensoriais, precisamos ficar atentos ao tipo de água que usamos.
Nós indicamos usar uma água mineral ou filtrada; pode ser do filtro de barro mesmo. A ideia é não usar uma água com impurezas ou com gosto de cloro.
qual a medida para fazer café especial?
Como o café especial geralmente tem uma torra mais clara e normalmente não “pinta” a xícara, muita gente chama de “chafé”. Vamos deixar claro: cor não é sinônimo de sabor. A proporção que recomendamos é de uma colher de sopa de café para 1 copo lagoinha de água – 10g para 100ml.
Para os métodos filtrados – coador de pano, coador de papel, cafeteira elétrica, entre outros – escolha uma moagem média. A moagem grossa é indicada para a Prensa Francesa e a moagem fina é perfeita para as máquinas de espresso. Se quiser fazer uma comparação, na moagem média o café precisa ficar do tamanho de um grão de açúcar cristal.
por que é melhor moer o o café na hora?
Moer café na hora é outra história. Faz toda a diferença! Isso porque o grão do café funciona como uma cápsula: assim que ela é rompida, os aromas começam a se dissiparem. Se não tá no café, tá no ambiente!
Moendo o café na hora você tem uma bebida mais rica em sabor. Com esse frescor, você consegue sentir com mais clareza a doçura e as notas sensoriais que o seu café tem.
Para quem está começando, indicamos um moedor manual que deixa a moagem mais uniforme.
Já deu pra perceber que o café pode ser muito mais do que aquele que estamos acostumados no dia a dia. O café especial é um alimento rico em sabor e uma bebida muito versátil. Ele combina com frutas, comidas, doces e várias outras coias. O café especial aceita tudo.
Acompanhe o nosso canal do youtube e descubra curiosades, dicas e combinações inusitadas com café.
Se tiver alguma dúvida, manda pra gente no instagram: @coffee_and_joy .
Café gelado é super comum em outros lugares do mundo. O Brasil é o maior produtor de café do mundo e ele faz parte do DNA nacional. Então porque a gente só tem o costume de tomar café quente? Continue lendo ou assista o vídeo para descobrir.
A gente vê em filmes e séries estrangeiras muita gente tomando café gelado. E por outro lado, aqui isso não é tão comum. Isso tem relação direta ao tipo de café que é usado.
Qualidade do café
Existem vários tipos de café. Se pensarmos em uma pirâmide, o café especial estaria no topo e logo abaixo, encontramos o café gourmet, o superior e na base da pirâmide está o café tradicional ou extra-forte. Este é o tipo de café mais consumido no Brasil.
Esse café que encontramos em qualquer supermercado é feito de uma matéria prima de menor qualidade e pode ter defeitos: às vezes má formação no próprio grão, gravetos, pedras, paus, etc. Para disfarçar tudo isso, ele é torrado ao extremo, carbonizado, e se torna o extra-forte que conhecemos. O resultado é um café amargo e com a necessidade de colocar açúcar.
Quando esse café esfria, ele fica ainda mais amargo. Por isso que quase ninguém toma café frio.
É mais difícil para o nosso paladar reconhecer o sabor dos alimentos e bebidas quando eles estão em alta temperatura.
Por exemplo: quando vamos experimentar uma comida direto da panela, precisamos assoprar para sentir o sabor.
Por ser amargo de natureza, o café tradicional é consumido extremamente quente. Quando frio ou até mesmo em temperatura ambiente, não conseguimos beber e logo taxamos café gelado ou frio como “ruim”.
Café gelado tem que ser de qualidade
A gente sente ainda mais o sabor, doçura e notas sensoriais quando o café está mais frio. Por isso que café gelado é muito comum em cafeterias – lugar onde se trabalha com um café de maior qualidade.
O café especial é o tipo de café mais exportado lá pra fora. Por isso que é muito comum ver em séries estrangeiras o consumo de café gelado.
Mas cada vez mais pessoas estão descobrindo que o café pode ser ainda melhor. Ele é um alimento rico em sabores e muito versátil. E na coffee&joy, buscamos levar essas cafés de qualidade para as casas de várias pessoas ao redor do Brasil. Conectando produtores amantes da arte do café com você.
O café é uma bebida faz parte do cotidiano de quase todo brasileiro. As chaleiras são utensílios importantes na hora de preparar o café, mas afinal, qual a diferença entre as chaleiras normais e as chaleiras de bico fino? Existem vários tipos de chaleiras no mercado e a pergunta é: será se elas interferem no sabor do café? Continue lendo ou assista o vídeo para descobrir.
Antes de tudo, precisamos entender melhor a relação da água com o café. Por que utilizamos água quente para prepará-lo? Acontece que o café é uma fruta formada por vários compostos aromáticos e sólidos solúveis – que são responsáveis pelas características do café, tais como a acidez, sabor, entre outras.
Para dissolver esses compostos, é preciso de duas variáveis: tempo e temperatura. E é por isso que utilizamos água quente para preparar o café, uma vez que a água fria ou em temperatura ambiente não é capaz de dissolver as moléculas do café rapidamente e, consequentemente, não extrai todo o sabor que a fruta pode oferecer.
Um exemplo claro disso é o cold brew. Ele é feito com a água em temperatura ambiente e, para que o sabor do café seja extraído, ele precisa ficar cerca de 12h em infusão, na geladeira.
Se tratando dos métodos coados, a grande diferença das chaleiras é o bico fino: ele oferece maior controle do fluxo da água.
Mas porque isso é tão importante? Uma vez que o tempo é uma variável relevante no preparo do café, a chaleira de bico fino é muito bem-vinda. Isso porque controlando a quantidade de água utilizada, conseguimos extrair melhor o sabor do café. Conheça as nossas chaleiras disponíveis no site.
Veja só: na Prensa Francesa, recomenda-se a infusão do café durante 4 minutos. Já no espresso, a água passa rapidamente pelo café – cerca de 30 segundos. Nos métodos coados, recomenda-se que a infusão seja feita em 30 segundos e a extração do café, em 3 minutos.
O controle da água na pré-infusão é muito importante porque é como se estivéssemos “acordando” o café. É nesse momento que começamos a hidratar o pó de café e onde o aroma e sabor são liberados. Depois disso é que a extração da fruta se inicia.
na prática
As chaleiras normais depositam a água muito rapidamente e em grande quantidade no café. Como não temos controle sobre isso, não existe separação das etapas (pré-infusão, infusão e extração). Assim que depositamos a água no pó de café, a extração começa. Isso faz com que percamos a complexidade do café.
Apesar disso, não significa que o café feito com as chaleiras de bico grosso ou com as leiteiras, por exemplo, seja ruim. Ele só vai ser menos complexo que um café preparado com as chaleiras de bico fino, ou seja, a percepção das notas sensoriais vai ser um pouco mais difícil.
Todavia, não adianta esperar um bom resultado sem utilizar um café de qualidade. Os cafés tradicionais geralmente possuem uma torra excessiva, até carbonizada – por isso a cor mais escura -, para disfarçar as imperfeições dos grãos utilizados e as impurezas que o acompanham.
Vale lembrar que o café aceita tudo! Para quem gosta de sentir todas as notas do café, sua complexidade, as nuances e brincar com os métodos de preparo, as chaleiras de bico fino são de grande importância. Mas elas não são primordiais: dá sim para fazer um café excelente sem a utilização das mesmas. No fim, o que importa é que o café seja bom pra quem está experimentando ele.
Café especial é uma bebida que dá para criar infinitas receitas. Drinks quentes, gelados, e por que não no sorvete? Nesse calor, que tal juntar o café em um sorvete caseiro de abacate com leite vegetal? Continue lendo ou assista o vídeo para a receita.
Meses atrás, pensamos em criar um sorvete natural de banana com café. Já fizemos várias receitas de café com banana e essa mistura fica incrível. O resultado nos surpreendeu tanto que começamos a pensar em novas combinações para criar outros sorvetes com café. Aí que veio a ideia do sorvete de abacate.
Para esta receita, aproveitamos o NotMilk proteico de baunilha com coco que estamos enviando de presente para os nossos assinantes. O mimo de outubro é um leite vegetal super aromático e nutritivo. A combinação entre o café especial, abacate e o leite de baunilha ficou irresistível.
Para que a receita fique gostosa, é essencial a usar um café de qualidade. Os cafés tradicionais, extra-forte, geralmente vendidos no supermercado, carregam uma torra excessiva, que combinada ao amargor, afeta negativamente o resultado final da receita. Além disso, opte por moer o café na hora, se for possível. Faz toda a diferença!
Nós utilizamos o café Ágata de Fogo da assinatura coffee&joy, que possui notas de doce de de maçã do amor, limão siciliano, melado, frutas secas e macadâmia e harmoniza super bem com o abacate e a banana. Preparamos ele no espresso – para que o sabor do café seja realçado. Caso você não tenha uma máquina de espresso caseira, veja como fazer um café intenso em casa.
ingredientes
1 abacate grande cortado em cubos e congelados
50 ml de café especial
50 ml de NotMilk de baunilha com coco
1 colher de chá de chocolate em pó
modo de preparo
No liquidificador, bata todos os ingredientes na velocidade média. Misture ao longo do processo para que todos os ingredientes se misturem e o sorvete fica com uma textura homogênea. Sirva em taças ou copos e se preferir, leve para o freezer para o sorvete ficar mais firme. Enjoy!
Prensa francesa, cafeteira turca, cafeteira italiana… Você sabia que o café é feito de diversas maneiras em vários países têm a sua cafeteira “clássica”? E não é só isso; cada um desses métodos de preparo nos dá um resultado diferente na xícara. Continue lendo ou assista o vídeo para saber tudo sobre a Prensa Francesa.
A Prensa Francesa é uma das cafeteiras mais antigas que existe. A primeira versão dela foi patenteada em 1852, mas o modelo mais parecido com o que normalmente é utilizado hoje em dia foi patenteado em 1929. Ela recebe esse nome porque apesar da última versão dela ter sido patenteada na Suíça, há registros da primeira versão com patente na França.
Primeiro esboço da Prensa Francesa (1852). Fonte: Blog Cafezando
A cafeteira ficou tão popular que existem inúmeras variedades dela no mercado, de vários tipos e tamanhos, desde as mais simples até as mais elaboradas. De duas a oito xícaras, de diferentes marcas e cores, essas variedades fazem com que seja possível encontrar o que melhor se encaixa em cada rotina.
A Prensa Francesa é composta pelo corpo – normalmente de vidro, mas também encontrado em acrílico ou inox –, a alça e o êmbolo com filtro de metal. A malha metálica possui pequenos furinhos e é acompanhada por uma plataforma, também de metal, com furinhos um pouco maiores. Por isso que a moagem indicada para a Prensa Francesa é a moagem grossa, uma vez que na moagem fina ou média os “pózinhos” de café atravessam o filtro de malha metálica – que tem como função retê-los.
Uma curiosidade sobre a prensa francesa é que ela tem a infusão muito parecida com o processo de prova técnica dos cafés, o cupping. Clique aqui para saber tudo sobre cupping.
O café feito na Prensa Francesa tem característica de ser bem encorpado. Por ser um método onde o café fica em infusão por mais tempo, conseguimos extrair todos os seus atributos com um maior controle. O seu filtro de metal possibilita uma maior concentração dos óleos essenciais do café na xícara. Isso porque o filtro metálico não retém esse óleos como no filtro de papel.
Quando comparamos um café feito na Prensa Francesa e no filtro de papel, logo pela cor conseguimos ver que ele fica mais viscoso. Isso é o resultado da filtragem pelo filtro de inox: mesmo a moagem sendo grossa, ainda vai para a xícara alguns resquícios de “pózinho” de café (nada que possa estragar o café).
Veja aqui a diferença entre um café feito na Prensa Francesa e no filtro de papel.
Como a gente sempre diz aqui: se você não usar um café de qualidade, não tem como ter um bom resultado na xícara. Os cafés extra-fortes, geralmente encontrados em supermercados, carregam forte amargor devido a torra excessiva e, por isso, não são indicados. Além disso, se possível, opte por moer o café na hora. Isso faz toda a diferença!
O primeiro passo é escaldar o filtro da Prensa Francesa. Recomendamos escaldar qualquer método de preparo em que a utilização de filtro seja necessária, independente do material. Isso garante a limpeza do filtro e impede que resquícios e impurezas sejam transferidos para a xícara.
Adicione o café já moído à cafeteria e, em seguida, despeje toda a água fervida em movimentos circulares. Aguarde 30 segundos e misture bem o café.
Encaixe o êmbolo, aguarde 2 minutos e 30 segundos e só então abaixe-o. Aguarde mais 1 minuto. O tempo total de infusão do café deve ser de 4 minutos.
Já pensou em fazer uma receita de café com leite, só que sem leite? Juntamos café com NotMilk de baunilha com coco e criamos duas bebidas simples e gostosas para quando você quiser sair da rotina (sem muito esforço). Continue lendo ou assista o vídeo para aprender.
Neste mês de outubro, a caixinha da assinatura da coffee&joy está indo com uma bebida vegetal de Baunilha e Coco. A NotCo é uma empresa que busca tornar o mundo um lugar melhor através do que consumimos. Eles têm o objetivo de reinventar a indústria alimentícia sem produtos de origem animal.
Para isso, a NotCo desenvolveu uma inteligência artificial chamada Giuseppe – que inclusive é uma das IA mais avançadas do mundo. Ela é capaz de combinar uma infinidade de plantas para replicar o sabor de alimentos como leite, carne e outros.
Quer conhecer o café que combina com o seu gosto? Converse com o Teo; o nosso mascote que usa da inteligência artificial para te indicar cafés.
O NotMilk Baunilha com Coco, enviado nas caixinhas da assinatura coffee&joy, tem ingredientes bem pouco convencionais: suco concentrado de abacaxi, óleo de coco, óleo de girassol, suco concentrado de repolho, entre outros.
O NotMilk Baunilha com Coco é uma bebida muito nutritiva: tem 15 gramas de proteína em cada caixinha. E como o café especial também faz bem pra saúde, foi fácil juntar os dois.
Essa mistura acabou virando duas receitas gostosas: uma nova versão do café gelado com (não) leite e um shake que pode ser usado como pré-treino ou até mesmo como refeição durante a tarde.
Iced Latte com Gelo de Café
ingredientes
1 caixinha de NotMilk de baunilha com coco
gelo de café especial
modo de preparo
Usamos o café Ágata de Fogo da assinatura coffee&joy e preparamos ele normalmente no filtro de papel. Congelamos cerca de 150ml de café.
Em um copo, adicione o gelo e em seguida, a caixinha do NotMilk Baunilha com Coco. Misture até que a cor se torne uniforme e enjoy!
No liquidificador, adicione a banana prata bem madura, o NotMilk Baunilha com Coco, café já preparado e alguns cubos de gelo. Bata por cerca de 1 minuto e sirva. Enjoy!
Aqui em Belo Horizonte o calor já chegou com tudo. E quem é que não ama um café gelado para se refrescar nos dias quentes? É hora de correr para o freezer, pegar o gelo e preparar esse café gelado com mel, limão e água com gás para abrir a temporada de café gelado com chave de ouro. Continue lendo ou assista o vídeo.
Café é bom de todo jeito. Mas o café gelado tem seu lugar, seja um Frappucino, um café gelado com leite, com frutas ou até mesmo o cold brew. Por isso, dessa vez resolvemos juntar a refrescância da água com gás com café e criamos o Espresso Spritz: um drink gelado bem simples e rápido que leva limão siciliano e mel.
Antes de começar, precisamos lembrar que a receita por si só não faz mágica. Para que fique gostosa, é preciso usar ingredientes de qualidade. É por esse motivo que é indispensável o uso de um café de qualidade. Além disso, a gente sente o sabor dos alimentos ainda mais quando eles estão em baixa temperatura. Os cafés tradicionais, extra-fortes, não são recomendados devido ao amargor que trazem, por possuírem diversas impurezas e uma torra carbonizada para disfarçá-las.
Em um pote com tampa ou uma coqueteleira, adicione o suco de limão, o mel, o café e alguns cubos de gelo. Em seguida, chacoalhe até sentir o recipiente bem gelado. Coe a mistura e reserve.
Em um copo ou taça, deposite mais cubos de gelo e adicione a água com gás. Depois, adicione a mistura de café com limão e mel já coados e decore com uma rodela de limão siciliano. Enjoy!
Existem diversas maneiras diferentes de preparar café e disso a gente já sabe. Mas você já ouviu falar da Clever Dripper? Ela brinca com as possibilidades e literalmente entrega tudo: facilidade, economia e versatilidade! Continue lendo o post ou assista o vídeo para conhecer o método mais inteligente de fazer café.
sobre a Clever
A Clever possui duas opções de tamanho: 300 e 500ml. Ela conta com um sistema na parte inferior que retém o café e o mantém em infusão, através de uma válvula. Isso permite que a preparação do café seja feita misturando duas formas de extração de café: a por infusão – o mesmo da Prensa Francesa, onde o café fica estático em conjunto com a água durante alguns minutos -, e a percolação – que é o filtrado que conhecemos usando coadores como Melitta, Waals ou a Hario V60, por exemplo.
Alguns filtros de papel específicos para a Clever – que, por sinal, são bem parecidos com o filtro da Melitta – acompanham a cafeteira na caixinha. Por isso, você pode utilizá-la com o filtro próprio ou pode adaptar o filtro da Melitta para utilização na Clever.
A Clever é uma ótima opção para quem quer mergulhar no mundo sensorial do café de qualidade, porque ela é capaz de realçar toda a complexidade da bebida. A extração da Clever, inclusive, se assemelha bastante ao cupping – um dos processos técnicos a que o café especial é submetido. Aqui você aprende a fazer o cupping em casa!
A semelhança com o cupping se dá porque durante a infusão, o café fica apenas em contato com a água, sem nenhum escape. Isso resulta num café mais encorpado e viscoso.
Além de afetar o corpo da bebida, a Clever também entrega um café com uma doçura muito equilibrada. Com isso, a cafeteira promete clareza nas notas sensoriais do café de qualidade, facilitando a identificação de cada uma delas.
O primeiro passo é escaldar o filtro de papel para preparar o café. Depois, é só escolher a moagem que mais te agrada. Nós utilizamos 30g de café em pó, numa moagem média-grossa, para 400ml de água. Se puder, opte sempre por moer o café na hora do preparo. Isso faz toda a diferença!
Adicione a água de uma vez só à cafeteira, tampe e aguarde 2 minutos. Após esse tempo, é necessário mexer o café para quebrar a crosta que se forma na parte superior da cafeteira e garantir que a água passe por todo o pó de café.
Depois de mexer, aguarde mais 1 minuto e meio. Mas atenção: o tempo total de infusão do café não deve ultrapassar 3 minutos e meio, para que não haja super-extração
O último passo é simples: posicionar a cafeteira e acionar a válvula, para liberar o café.
na xícara
Para fazer o teste, usamos o café Malibu, da assinatura da coffee&joy. Ele é um café frutado, com sabor equilibrado com leve notas de uva rosa, coco e frutas tropicais. Possui acidez equilibrada, o corpo é denso e a finalização é refrescante. Possui 85 pontos no protocolo SCA.
A primeira característica notável do café preparado na Clever é a xícara bem limpa. Isso porque a cafeteira utiliza filtro de papel, que impede que os resquícios sejam transferidos no final.
A finalização não é tão longa, mas ainda assim é prazerosa. Em relação à doçura e à acidez, a Clever equilibra-as muito bem.
É uma ótima opção para quem gosta de se aventurar e experimentar as variedades que o café trás. Como as variáveis são flexíveis e controláveis – tipo de moagem, quantidade e temperatura da água, por exemplo -, é possível ter vários resultados diferentes com o mesmo café.
Já pensou em fazer um Tiramisù em casa, com poucos ingredientes e em 2 minutos? Fizemos uma releitura da sobremesa clássica italiana com cream cheese, café especial e leite. Continue lendo ou assista o vídeo para aprender.
Tiramisù é uma das sobremesas mais famosas do mundo. Ela veio da Itália e basicamente é uma torta feita com biscoito de champagne molhado no café, queijo mascarpone, café e cacau.
Uma curiosidade é que a palavra “Tiramisù” vem do italiano e do vêneto, que é uma língua romântica italiana, falada no norte da Itália. Ela significa “levanta-me” ou “puxa-me para cima”, assim chamado por ser uma sobremesa energética por causa do café.
A receita tem muitas variações e nós resolvemos fazer a nossa releitura. Preparamos uma versão caseira, bem rápida e fácil. Se tratando de uma receita com café, é sempre bom lembrar que para ficar boa, é preciso usar ingredientes de qualidade. Por isso, escolha sempre cafés de qualidade, se possível, cafés especiais.
Os cafés tradicionais extra-fortes possuem uma torra carbonizadaque traz amargor intenso para a bebida. Como queremos ressaltar o sabor e a doçura natural do café no Tiramisù, vamos usar um café especial recém torrado da assinatura da coffee&joy.
1 dose de café espresso (ou 50ml de café coado intenso)
biscoito de champanhe
cacau em pó
modo de preparo
Misture o cream cheese com o leite até que a mistura fique bem homogênea; com um pouco mais de consistência do que iogurte. Misture com uma colher e caso tenha, use um mini mixer para ajudar a homogeneizar.
Em um copo ou taça, prepare as camadas: uma parte de creme e uma parte de biscoitos. Faça quantas camadas desejar (nós fizemos 2). Na penúltima camada, após adicionar os biscoitos, despeje o café recém preparado.
Finalize com mais uma camada fina de creme de cream cheese e polvilhe cacau em pó por cima. Enjoy!