Sobremesa com café? Existe sim! Café, além de ser o nosso combustível diário, ele também pode incrementar doces e sobremesas que já conhecemos. Juntar café na sobremesa é descobrir novos sabores com a que já conhecemos. Continue lendo ou assista o vídeo.
Café é muito mais que uma bebida. Nesse mês de março de 2023, nós nos juntamos (novamente) com a NotCo, que é uma empresa com foco na sustentabilidade e que faz alimentos que já conhecemos à base de plantas. Eles usam da tecnologia para tornar o mundo um lugar melhor através do que consumimos; reinventando a indústria alimentícia sem produtos de origem animal.
Por meio da tecnologia, a NotCo criou uma inteligência artificial chamada Giuseppe – que inclusive é uma das IA mais avançadas do mundo. O Giuseppe combina uma infinidade de plantas para replicar o sabor de alimentos como leite, carnes e outros, gerando um impacto bem menor no meio ambiente.
A coffee&joy também tem uma inteligência artificial. O nosso mascote (Teodoro) combina os seus gostos pessoais e te indica os cafés que mais combina com você. Clique aqui e converse com o Teodoro.
Consoante ao propósito da NotCo, o café especial é o match perfeito. Isso porque o café é uma planta que, se bem cuidada, traz um resultado incrível na xícara, com doçura e notas sensoriais naturais.
Por isso, para criar sobremesas com café, vamos usar o NotCreme de Leite; é creme de leite sem leite. Tem textura, cor e consistência de creme de leite – mas é muito melhor. Por isso, estamos enviando um NotCreme de Leite de presente na assinatura de março de 2023 para que todos os nossos assinantes tenham essa experiência em casa.
Em todas as receitas abaixo, utilizamos o café Pretérito da assinatura coffee&joy. Vale lembrar que, para que o resultado seja o esperado, todos os ingredientes precisam ser de qualidade. Os cafés tradicionais ou extra-fortes carregam diversas impurezas que trazem amargor à bebida final, afetando negativamente as receitas.
Receita 1: Ganache de Chocolate com Café
ingredientes
1 ou 2 barras de chocolate da sua escolha
½ caixa do NotCreme de Leite
50ml (uma dose) de espresso ou café intenso
modo de preparo
Derreta a barra de chocolate no banho-maria ou no microondas. Adicione meia caixinha do NotCreme de Leite aos poucos, misturando até atingir a consistência desejada – indicamos um meio termo, mas vai de acordo com a sua preferência.
Dica: nunca utilize utensílios úmidos ou molhados no preparo da ganache, pois pode endurecê-la e passar do ponto.
Para o café, caso você não possua uma máquina de espresso. não se preocupe. Neste post tem várias dicas de como preparar um café intenso em casa.
Use a ganache para cobertura de bolos, doces, tortas, ou neste drink de café gelado a seguir:
mocha gelado
ingredientes
ganache de chocolate com café
100ml de leite (nós usamos o NotMilk de Baunilha e Coco)
30ml (uma dose curta) de espresso ou café intenso
cubos de gelo
modo de preparo
Deposite a ganache nas paredes de um copo ou xícara. Em seguida, adicione o gelo. Acrescente o NotMilk ou o leite de sua preferência e finalize com uma dose de café especial intenso.
Receita 2: Sorvete de Coco com Café no Liquidificador
ingredientes
½ caixa do NotCreme de Leite
100ml de leite de coco
2 colheres de sopa de açúcar
coco ralado
50ml (uma dose) de espresso ou café intenso
modo de preparo
No liquidificador, adicione todos os ingredientes e bata por cerca de 3 minutos. Deposite em copos ou xícaras e leve ao freezer por 12 horas. Retire do freezer 5 minutos antes de servir. Se quiser, adicione a ganache como cobertura e enjoy!
Dica: sobrou sorvete no liquidificador? É hora do chup-chup! Num saquinho, adicione primeiro a ganache e em seguida o sorvete ainda líquido. Leve para congelar e aproveite.
Café é a segunda bebida mais consumida no mundo – só perde para a água. E por estar presente no dia a dia de tantas pessoas, ele pode sofrer variações (deliciosas). O affogato é uma sobremesa típica italiana que mistura café com sorvete. Para dar o toque coffee&joy, adaptamos com picolé, coquetel de doce de leite e paçoca. Continue lendo ou assista o vídeo.
Os assinantes coffee&joy receberam na caixinha de fevereiro de 2023 um Coquetel Alcoólico de Doce de Leite Don Luiz. E para fechar a temporada de harmonização entre café e doce de leite, criamos o Picolatto – a nossa versão de affogato com Don Luiz e paçoca.
Este drink ou sobremesa (chame com quiser) é perfeito para impressionar os amigos sem muito esforço. Juntar café com picolé, duas coisas tão comum no nosso dia a dia, pode parecer estranho, mas garantimos que você vai se surpreender.
Corre na sorveteria ou no supermercado, compre alguns picolés e vem com a gente preparar esse drink-sobremesa super fácil e rápido para dar uma aliviada no calor.
ingredientes
picolé de creme
30ml de espresso ou café intenso (usamos o café Mandala da assinatura da coffee&joy)
1 dose de Coquetel Alcoólico de Doce de Leite Don Luiz
1 paçoquinha
modo de preparo
Em um copo ou xícara, adicione uma dose de espresso ou o café intenso. Triture a paçoquinha e deposite no copo. Em seguida, coloque o picolé ainda no palito no recipiente. Por fim, basta adicionar o coquetel Don Luiz e saborear.
Lembre-se de misturar e, se achar necessário, utilizar uma colher para tomar o drink. Enjoy!
Você sabia que se você mudar o formato do coador que você usa pode mudar o sabor do seu café? Neste post você vai aprender sobre o coador de pano, a Waals, a Hario V-60, o Koar, a Clever, o coador de inox, e diversos outros. Continue lendo ou assista o vídeo.
Uma das dúvidas mais comuns de quem está começando no mundo do café especial é o porquê de existirem tantos métodos diferentes para fazer café e o que difere cada um deles. Então, vamos lá:
O café especial possui nuances de sabor, assim como o vinho. Ele apresenta doçura, acidez, corpo… e cada método de preparo ressalta uma característica diferente, ainda que seja no mesmo café. Por mais que essa infinita variedade de coadores pareça apenas para te confundir, cada um deles foi pensado especificamente para destacar uma nuance diferente dos cafés. É por isso que existem coadores que utilizam filtro de pano, outros utilizam filtro de papel, alguns têm formato mais cônico, outros mais achatados, alguns têm ranhuras no interior, outros são lisos, entre outras diferenças.
A escolha do método de preparo é importante porque ele caminha lado a lado com o gosto individual de cada um. Se você não gosta de um café ácido, por exemplo, vale a pena investir num método de preparo que não tenha como objetivo ressaltar a acidez. Também é legal ver o que encaixa melhor em cada rotina, afinal, o que a gente quer aqui é descomplicar o momento do café.
1. coador de pano
Por tradição, talvez o coador de pano seja o método mais famoso de preparar café no Brasil. Ele remete à infância e vêm com uma pitada de memória afetiva para uma boa parte dos brasileiros. Ele nada mais é do que um suporte com um filtro de pano, e é bem fácil encontrar em qualquer tamanho.
E como é o café feito no coador de pano? O filtro de pano ressalta os óleos do café, devido às tramas e fios do tecido. Por causa disso, o café não vai ter uma acidez muito acentuada. Será uma bebida mais equilibrada e visivelmente mais encorpado.
Não fugindo dos holofotes, o coador Melitta também tem seu lugar nas casas dos brasileiros. Ele foi inventado na Alemanha por uma dona de casa chamada Melitta Bentz. Ela tinha o objetivo de suprir a necessidade de preparar um café prático e que não ficasse com resquícios de pó na xícara.
O filtro de papel utilizado no coador Melitta segura bem mais os óleos do café e os resquícios de pó de café que o coador de pano. Ele tem uma base achatada e um furo pequeno na parte inferior, o que faz com que a água passe pelo café um pouco mais devagar – o que, consequentemente, resulta numa bebida que ressalta a doçura, tenha corpo equilibrado, baixa acidez e uma finalização bem mais potente, com leve amargor no final.
No coador Melitta, a dica é utilizar cafés mais confortáveis, para o dia-a-dia, como o Mandala da assinatura coffee&joy.
3. Hario V-60
O coador de pano e o filtro de papel tem seu lugar nas manhãs brasileiras, mas a Hario V60 é a queridinha do mundo do café especial. A Hario é uma marca japonesa especializada em equipamentos de café. A V-60, queridinha dos baristas, tem um formato mais cônico em comparação aos outros métodos de preparo, sem base achatada e com um furo na parte inferior bem maior que o do Melitta, por exemplo. Ou seja: a água passa mais rápido pelo pó de café.
O fluxo mais rápido da água permite que a Hario entregue um café mais ácido e com doçura equilibrada. Mas vale lembrar: como a V60 oferece maior controle do fluxo de água, as receitas podem variar muito.
A Waals é bem parecida com a Hario V60, porém ela acaba sendo mais acessível por ser uma marca nacional. A principal diferença é que na base da Waals existem dois buracos que evitam que exista uma pressão entre a garrafa de café e o coador. A Hario tem a base fechada, e, por isso, essa pressão pode existir – fazendo com que o café fique gotejando.
A Waals entrega um café com um pouco mais de doçura, devido ao maior controle do fluxo de extração. Por isso, os melhores cafés para a Waals são os cafés mais exóticos, com mais acidez, frutados. O Tailândia, da assinatura coffee&joy, e a Waals são o match perfeito.
O Koar também é um método brasileiro de preparar café. Ele também tem um formato cônico, assim como a Hario V60 e a Waals, mas a diferença está nas ondulações na parte interior do coador. Elas existem para que o filtro não fique colado na parede do coador, e isso faz com que a água não tenha tanta resistência na hora de passar entre os pózinhos de café.
Ele entrega um café com maior equilíbrio de acidez e doçura, e, por causa disso, os cafés ideais para o Koar são os cafés frutados, como o Manjar da assinatura coffee&joy, que tem acidez mas também tem uma doçura maravilhosa, que se ressaltam no Koar.
A Clever é o método inteligente de fazer café (literalmente! Clever, do inglês: “inteligente”). Ela tem uma válvula na parte inferior que retém o café. Ele só começa a ser extraído quando a válvula é acionada. Isso faz com que o café fique infusionado por um tempo, juntando a técnica da prensa francesa com a filtragem dos coadores.
Exatamente por esse sistema de infusão do café, a Clever é muito parecida com a técnica utilizada para avaliar os cafés – o cupping,
A Clever traz um café com muita clareza nas notas sensoriais. Por isso, a utilização de cafés mais exóticos, frutados, complexos e até mais pontuados é o ideal. Na assinatura coffee&joy, o Abelha Rainha é a carta na manga para a Clever.
A Chemex é uma obra de arte de fazer café. E não é ironia! Ela está exposta no MoMA (Museu de Arte Moderna). Ela foi inventada por um químico para trazer alguns atributos na hora de preparar o café, como a delicadeza.
A Chemex usa um filtro bem mais grosso que o convencional, com três dobras de um lado. Exatamente por esse motivo, ela entrega um café mais delicado – uma vez que as três paredes do filtro retém mais partículas.
Na xícara, o café tem um pouquinho de acidez, doçura e finalização presentes, mas extremamente delicado e que traz constância para o café. O Melodia do Sul, da assinatura coffee&joy, é perfeito para a Chemex.
Estruturalmente parecido com o coador de pano, a intenção do Cone Coffee é fazer com que o filtro de papel não encoste em nenhuma parede, ou seja, que ele fique suspenso. O resultado que ele promete é mais clareza de notas, equilíbrio entre doçura e corpo e controle do fluxo de água.
Como em todo método cônico de preparar café, os cafés ideais são os frutados, exóticos: o Mel Brasil, da assinatura coffee&joy, é o tiro certeiro para o Cone Coffee.
A principal diferença do coador de inox para os outros coadores cônicos é que ele não precisa do filtro de papel, uma vez que já possui a malha fina como filtro. Mas é claro: a malha tem as aberturas bem maiores e mais aparentes que o filtro de papel, por isso não retém todas as partículas de café ali.
Por isso, na xícara, o café é bem mais encorpado, com os óleos visíveis, até com alguns resquícios de pó de café se a moagem utilizada for muito fina – o que é super normal. A vantagem é a sustentabilidade, uma vez que não é necessária a utilização de filtro de papel. A desvantagem é a limpeza, que dá um pouquinho de trabalho.
Existem outros coadores por aí; de materiais e formatos diferentes como cerâmica e vidro. O que basicamente vai mudar é a lógica do formato e da abertura embaixo.
O resumo deste post é você quem faz. Existem diversas formas de fazer café no mercado – cada uma pensada em extrair certos atributos do café. Na hora de escolher, procure aquele método que encaixe na sua rotina e que faz um café do jeito que você gosta. O mundo dos cafés especiais está aí para ser explorado.
Depois de quatro anos, o Carnaval está de volta. Para quem é da folia, um drink com a energia do café cai muito bem. Para quem prefere descansar, uma receita cremosa e gostosa tem o seu lugar. Por isso que criamos uma receita que encaixa nas duas ocasiões: uma batida alcoólica de café com doce de leite; dois ingredientes que todo mundo ama e tem em casa.
Continue lendo ou assista o vídeo para a receita.
Não é segredo nenhum que a gente ama harmonizar café com tudo que é possível. E claro, café + doce de leite é literalmente a combinação perfeita!
Aproveitando o clima de Carnaval, resolvemos enviar nas caixinhas da assinatura coffee&joy de fevereiro de 2023 um coquetel alcoólico de doce de leite Don Luiz. E pensa num trem que deu mais que certo! É como dizemos: Minas tem o dote, a Bahia tem o Don! Juntamos os loucos pela vida com os loucos pelo café e não tinha como dar errado.
Esse drink é quase uma versão alcoólica do frappé de cafeteria. E o melhor: fica pronto em questão de minutos! Vamos lá?
Mas antes, vale lembrar que para que o drink saia como esperado, precisamos usar um café especial de qualidade. Os cafés extra-fortes, além de serem impuros, carregam uma torra carbonizada, pois são torrados excessivamente para disfarçar imperfeições da matéria-prima. Se possível, opte sempre por cafés especiais!
Para essa receita, utilizamos o café Chocomoca da assinatura coffee&joy. Ele é doce com notas de chocolate ao leite, amêndoas, frutas secas e combina perfeitamente com o doce de leite. Em todas as receitas onde o café é misturado com algum outro ingrediente, nós preferimos preparar um café mais intenso. Independente do método de preparo, basta adicionar um pouco mais de pó de café para a mesma quantidade de água. Nós utilizamos 20g de café para 100ml de água, mas você pode utilizar a proporção que achar melhor.
Agora sim! Vamos lá:
ingredientes
3 cubos de gelo de café (100ml de café)
50ml (1 dose) do coquetel alcoólico Don Luiz
leite integral ou vegetal (100ml)
doce de leite a gosto
modo de preparo
Raspe uma colher de doce de leite nas paredes internas e na borda de um copo ou xícara grande. Reserve.
Em uma coqueteleira, liquidificador ou vasilha com tampa, adicione os cubos de gelo de café, 100ml de leite e a dose do coquetel de doce de leite Don Luiz. Chacoalhe até que o corpo do recipiente fique gelado.
Com tantas notas sensoriais por aí, o café acaba intimamente ligado ao gosto individual de cada um. Mas, por quê não sair da zona de conforto e mergulhar na experiência sensorial que o café pode proporcionar? O café Tailândia tem notas de jaca e doce de manga, é um fermentado exótico e faz sucesso demais no menu da coffee&joy! Mas o que quer dizer um café ser fermentado ou exótico e o que isso tem a ver com o sabor dele?
Continue lendo ou assista o vídeo para conhecer.
o café Tailândia
Ele é produzido no sul de Minas, na cidade de Três Corações pela família de produtores Orestina, Aldo, Lucas e Tatiana. Ele é da variedade Mundo Novo e passou pelo processamento natural fermentado.
Depois que o café é colhido, ele passa por processos no pós-colheita para virar o grão cru e seco que vai ficar pronto para ser torrado. Nessa etapa, o produtor precisa preparar o café para secá-lo e desidratá-lo, até chegar a um grau de umidade específico para, após, ser beneficiado e comercializado.
O preparo dos grãos depois da colheita e antes do beneficiamento para comercialização, realizado pelo produtor, é chamado de processamento.
Algumas das principais características do Tailândia surgem devido ao processo de fermentação. Mas afinal, o que é um café fermentado?
Resumidamente, a fermentação do café é um tipo de processamento que pode ser feito pelo produtor, que degrada o fruto e a mucilagem do fruto através de microorganismos, podendo ser induzida ou natural. A degradação concebe compostos que influenciam o sabor e aroma do café.
Por exemplo, se o café é exposto à chuva, durante o tempo em que está no terreiro, ele pode fermentar sem que essa seja a intenção do produtor. Essa seria a fermentação natural. Já a fermentação induzida acontece quando há a utilização de equipamentos específicos para isso, como as bombonas, ou quando há a adição de algum microorganismo – como leveduras.
Em ambos os casos, as reações químicas vão alterar o sabor e aroma do café. É por isso que a fermentação do café é extremamente importante e delicada, uma vez que o que acontece é a alteração da composição do fruto.
A fermentação, todavia, pode ter um resultado bom ou ruim. Se ela for bem feita, bem controlada, com medição de temperatura e pH e com profissionais adequados para o processo, ela pode ser maravilhosa.
Agora, se for realizada de forma descontrolada, além de deixar o café com notas sensoriais desagradáveis, pode até fazer mal para saúde.
Depois de todo processo na fazenda, do benefício e rebenefício do grão, o café verde está pronto para passar para a próxima etapa: classificação, testes de torra, degustação, identificação das notas sensoriais e avaliação da SCA. É literalmente a avaliação de tudo que o produtor fez lá na lavoura.
A primeira parte depois da classificação, é o teste de torra. O grão verde é submetido a diversos tipos de torra, com a intenção de descobrir em qual perfil de torra aquele café apresenta maior potencial de sabor (torra clara, média ou escura).
Simultaneamente ao teste de torra, entra em ação também a percepção das notas sensoriais. É nesse momento que elas são identificadas.
O café Tailândia possui 86 pontos pelo protocolo da SCA e apresentou notas de abacaxi, doce de manga, jaca e leve umami.
Para sermos o mais claros e didáticos possível, nós categorizamos nossos cafés de acordo com suas características: intensos, frutados, exóticos ou doces. Com essas características, ele entrou na nossa categoria de cafés exóticos.
nomeação do café
Pronto! O café chegou com a torra definida e apresentou notas completamente inusitadas. Com isso, a gente já sabia que era um café exótico. Mas havia um problema. Tínhamos um café bastante complexo, mas sem nome – aí entra a parte mais “viajada”.
Para nomear os cafés da coffee&joy, a gente leva em conta as suas notas sensoriais, a história da família, a região de onde ele vem e até alguma curiosidade. No caso do Tailândia, optamos por seguir as notas sensoriais, já que elas são o que mais chamam atenção nesse café.
A nota de umami, por exemplo, é uma característica muito exótica para um café, e se trata de um sabor básico muito presente na culinária oriental. Já tivemos cafés com esse sensorial nas safras anteriores: Samurai, Origami, Magia Oriental. Ou seja, sempre recorremos à cultura oriental.
Entretanto, contudo, todavia… ele também tinha muitas notas de frutas tropicais que a gente conhece muito – então, isso nos levou a um outro lugar: alguma praia do nosso imaginário – pesquisamos muito e as cores das notas sensoriais deram match com as praias paradisíacas da, adivinhem só: Tailândia.
Agora que você já sabe um pouquinho mais sobre o Tailândia, é hora de descobrir o que ele entrega na xícara. Como é fácil controlar as variáveis neste método e por se tratar de um café exótico, optamos por prepará-lo na Aeropress.
Utilizamos a proporção padrão: uma colher de sopa para um copo americano de água (8g para 100ml). E aqui vai mais uma dica: apesar de ser essa a proporção padrão, o legal do café especial é que você pode brincar até descobrir qual te agrada mais – um café mais concentrado (mais pó para menos água) ou um café mais suave (menos pó para mais água).
Também optamos por utilizar a Aeropress na posição invertida. Depois de posicioná-la, basta adicionar o pó de café e realizar a pré-infusão (aproximadamente 30 segundos). Após esse tempo, recomendamos mexer um pouquinho o café. Uma crosta pode se formar na borda e isso influencia a pré-infusão do café. Depois, é só aguardar cerca de 2 minutos e meio e pressionar a Aeropress até que o ar saia, exatamente como uma seringa.
resultado
O Tailândia é um café com doçura média, acidez málica, corpo cremoso e finalização doce. É uma experiência incrível, porque dá pra ver na xícara o tanto que um processo cuidadoso faz diferença na hora de extrair todo o potencial de sabor do café.
O café aceita muitas combinações diferentes. Mas será que café combina com bebida alcoólica? A gente já tem essa resposta. Agora é a hora de você tirar as suas conclusões. Nós juntamos um pouquinho da Bahia com Minas Gerais e criamos um drink PER-FEI-TO: em outras palavras; café com coquetel alcoólico de doce de leite Don Luiz.
Continue lendo ou assista o vídeo para ver a receita.
Bahia tem mar, Minas tem bar!
Sabe quando você prova uma coisa e precisa falar pra todo mundo? Essa foi a sensação que tivemos com o Don Luiz – um coquetel cremoso de doce de leite.
Don Luiz é uma marca de alma baiana e que produz um coquetel alcoólico de doce de leite que já é delicioso sozinho. Em nossos experimentos com os nossos cafés, descobrimos o quanto café com doce de leite é uma delícia. Então decidimos juntar esse combo em um Drink alcoólico.
Durante o mês de fevereiro/23, todos os assinantes da coffee&joy receberão nas suas caixinhas, junto com os cafés, um coquetel alcoólico Don Luiz. É para provar que café combina com tudo, inclusive com carnaval.
Antes de tudo, é bom lembrar que ingredientes de qualidade são primordiais quando o assunto é drinks com café. Por isso, opte sempre por cafés especiais. Esses cafés têm doçura e notas sensoriais que harmonizam muito bem com outros alimentos.
Café especial é mais que um nome: é um tipo de café que passa por um rigoroso controle de qualidade; da lavoura à xícara. Eles são torrados na medida certa, diferente dos cafés tradicionais e extra-fortes.
Se for possível, opte por moer o café na hora. Nós usamos o café Pretérito da assinatura coffee&joy em uma proporção mais intensa que o normal (2 colheres de sopa, – equivalentes a 20g de café – para 130ml de água – um copo lagoinha). Esse café tem notas intensas de chocolate, caramelo e amêndoas que contrastam muito bem com o coquetel de doce de leite.
receita do drink de café com coquetel Don Luiz
ingredientes
50ml Don Luiz Cream
50ml de café especial já preparado (usamos o Pretérito da assinatura coffee&joy)
cubos de gelo
1 fatia de laranja (opcional)
modo de preparo
Em um copo alto, adicione gelo. Em seguida, despeje o coquetel Don Luiz. Adicione o café, uma fatia de laranja e esprema o limoneno da casca na borda do copo. Enjoy!
Você já ouviu falar do Cone Coffee? É um método de preparar café que fez sucesso em 2019. O Cone Coffee é inovador e prático, bem parecido com o antigo – e afetuoso – coador de pano. Continue lendo ou assista o vídeo para conhecer um pouco mais sobre ele e descobrir se o Cone Coffee vale a pena ou não!
sobre o Cone Coffee
O Cone Coffee é um método brasileiro de preparar café, que teve seu auge em meados de 2019. A ideia do Cone Coffee é fazer um café somente com um filtro de papel, sem nenhuma outra intervenção. Ele é muito parecido com o clássico coador de pano, a estrutura é idêntica e não é somente uma coincidência.
material
O Cone Coffee é composto pelo aro e pela estrutura onde o filtro e o aro se encaixam – que é onde ele se assemelha ao coador de pano. O aro é feito de alumínio e o corpo do Cone Coffee é feito de aço, com uma pintura eletrostática – o que dificulta que a tintura descasque com o tempo.
utilização
A utilização é bem fácil. Basta retirar o aro, inserir o filtro de papel e encaixar o aro novamente. Como o filtro fica solto, sem suporte e sem encostar em nada, a ideia é que a água consiga correr melhor entre o pó de café, oferecendo um maior controle da extração.
fazendo café
Antes de qualquer coisa, sempre indicamos escaldar o filtro e os equipamentos com água quente – independente do método de preparo. Esse procedimento é quase uma lei e serve, basicamente, para tirar as impurezas do papel e evitar que haja influência de outros fatores no resultado final da bebida.
Opte por moer o café na hora de prepará-lo, se for possível. Caso não seja, escolha cafés de qualidade e com origem especificada. Na coffee&joy, o café é moído no momento do embalo.
Vale ressaltar que, como a extração do Cone Coffee é mais rápida, a acidez será acentuada – que é exatamente a proposta do Cone Coffee. Por isso, é importante se atentar ao tempo total de extração: no mínimo 2 minutos e 30 segundos e no máximo 3 minutos e 3o segundos.
pré-infusão
Os primeiros 30 segundos devem ser destinados à pré-infusão. Ela serve para “acordar o café” e garantir que ele ofereça todo o seu potencial de aroma e sabor. Basta adicionar água até cobrir o café e aguardar 30 segundos. Depois, é só ir adicionando a água – aos poucos e em movimentos circulares, sem ultrapassar o tempo máximo (3min e 30s). Isso é importante porque, se o tempo for menor que o necessário, o café fica sub extraído. Se o tempo for maior que o necessário, pode extrair demais e trazer amargor à bebida.
Nós utilizamos o café Mel Brasil, da assinatura coffee&joy. É um café exótico e bem frutado, com notas de maçã, melão, morango, mel e manga. A proporção que utilizamos foi 16g (uma colher de sopa e meia de café) para 200ml de água.
O Cone Coffee é interessante por ser extremamente prático – não faz bagunça nenhuma durante o preparo do café, basta apenas descartar o filtro – e rápido. A proposta dele é realmente fazer pouco café, uma ou duas xícaras no máximo. O resultado é um café com corpo e doçura claros, como em todos os métodos de preparo filtrados, mas com um toque a mais de acidez.
Receita de verão que leva café? Isso pode parecer estranho mas ao final deste post, você vai mudar de ideia. O segredo para essa receita de café gelado dar certo é o tipo de café que vamos usar. Por isso que escolhemos o café especial Mandala; suas notas doces de chocolate ao leite, frutas secas com toque de laranja e lima harmonizam muito bem com leite de coco e rum. Continue lendo ou assista o vídeo para aprender a receita.
Café gelado ainda não é muito popular no Brasil. Uma ironia, pois somos o maior produtor de café do mundo e aqui faz muito calor.
A resposta para isso é o tipo de café que é consumido aqui. A maioria dos cafés vendidos nos supermercados são os extra-fortes e tradicionais. Esses cafés normalmente são feitos com grãos de baixa qualidade e são torrados excessivamente. Na xícara, a gente sente amargor e quando ele esfria, ninguém consegue tomar.
Os cafés especiais são grãos puros, selecionados e torrados na medida certa. Conforme vai esfriando, conseguimos sentir ainda mais a doçura natural e suas notas sensoriais – o que nos possibilita fazer misturas inusitadas como essa de café com leite de coco e rum. Veja mais sobre o café que você bebe.
Sem mais delongas. Para o Coco Coffee, você vai precisar de rum, leite de coco, café, raspas de coco e açúcar mascavo. Nós utilizamos o café Mandala da assinatura coffee&joy, que tem leve toque de laranja e lima e é bem docinho.
O drink de café com leite de coco e rum é indicado para você que quer surpreender a família e amigos com uma bebida que todos conhecem. A harmonização de café com leite de coco e rum é perfeita para uma tarde de calor; nas piscina, praia ou na mesa com amigos.
ingredientes
100ml de café especial coffee&joy já preparado
50ml de leite de coco
50ml de rum
1 colher de sopa de açúcar mascavo
raspas de coco para decorar
cubos de gelo
modo de preparo
Em uma coqueteleira, adicione todos os ingredientes – exceto as raspas de coco da decoração. Chacoalhe até que a coqueteleira fique bem gelada. Sirva em um copo ou taça e decore como preferir.
Será que dá certo um café com leite direto na cafeteira italiana? Leia o post ou assista o vídeo para descobrir!
Nos últimos dias, recebemos inúmeras marcações nas redes sociais em um vídeo onde a pessoa prepara o café na cafeteira italiana, mas já com o leite ao invés da água. De tanto pedirem, resolvemos testar!
A proposta é a seguinte: colocar leite na parte de baixo da Moka – no mesmo nível que seria de água, um pouco embaixo da válvula – e levá-la ao fogo, preparando o café normalmente. Para fazer esse teste, nós utilizamos o café Bálsamo da assinatura coffee&joy, que harmoniza super bem com o leite.
Dica: o segredo para colocar o café na cafeteira italiana, é não pressionar tanto. Basta passar o dedo na superfície, de leve, só para nivelar o café no recipiente.
Para dar um gás a mais na receita, adicionamos alguns pedacinhos de chocolate na parte superior da cafeteira. Também adicionamos um pouquinho de água, para evitar que o café queimasse quando entrasse em contato com o alumínio quente.
Assim que o leite com café começou a espirrar na parte de cima da cafeteira, nós tiramos do fogo.
A moka está intacta, por incrível que pareça! Mas, à primeira vista, o leite não parecia tão cremoso como seria se fosse feito da forma convencional.
No fim, o teste dá certo! Entretanto, ainda preferimos optar por fazer tudo separadinho, do jeito convencional. O leite direto na cafeteira tem um leve gosto de queimado, e o chocolate não derreteu. Além disso, fica MUITO quente e o leite não fica nada cremoso. Veja como fazer leite cremoso de cafeteria em casa.
E aí, bora testar? Conta pra gente nas redes sociais o que você achou! @coffee_and_joy
Moer café na hora faz toda diferença! Entre tantas opções de moedores no mercado (dos elétricos aos manuais), existe um que vem ganhando espaço (e os cantinhos dos cafés) dos coffee lovers: o Timemore C2. Para ajudar a entender o motivo de tanta fama, trouxemos o Barista Jefferson para nos ajudar a mostrar o que o Timemore C2 tem de especial. Continue lendo ou assista o vídeo.
Todo mundo que gosta de tomar café fresco e variar os métodos de preparo já pensou em ter um moedor de café. Mas com tantas variações no mercado, qual a melhor opção?
Jefferson é barista, mestre de torra e conhece muito sobre café especial. Amigo de longa data, resolvemos convidá-lo para este review do moedor Timemore C2.
conteúdo da caixa
O moedor Timemore C2 conta com uma embalagem super resistente, vem com acolchoamento interno que envolve o moedor em cima, embaixo e aos lados. Acompanha também um pacotinho para transportar o moedor e um pincel para facilitar a limpeza do mesmo.
material
O moedor tem uma ótima pegada, encaixa facilmente na mão e tem um peso bem leve. Ele também encaixa perfeitamente tanto na Malabarista e na Malaturista.
É bem fácil montar o moedor, uma vez que é praticamente só encaixar as peças. É só encaixar e girar a parte de cima, que conta com a lâmina, na parte de baixo – onde o café já moído é armazenado. A manivela é encaixada no topo do moedor. Ela, inclusive, gira facilmente quando o café já está completamente moído. É um ponto positivo que ajuda a saber quando parar de moer.
moagem
O moedor Timemore C2 tem um ajuste de mais de 60 níveis de moagem, mas vale lembrar: utilizá-lo com frequência antes do click 6 ou depois do click 30 pode danificá-lo. Portanto, a dica do Jefferson é utilizá-lo entre os níveis 7 e 30.
moagem fina: entre os cliques 7 e 10 – moagem perfeita para o espresso.
moagem média: clique 17 – para os métodos filtrados (filtro de papel, filtro de pano, cafeteira elétrica, etc).
moagem grossa: clique 25 – para Cold Brew e Prensa Francesa.
É bem fácil regular o nível da moagem: o sistema é como se fosse uma rosca, cada nível é uma moagem diferente. A partir daí, é só girá-lo até chegar no nível desejado, de acordo com as informações acima.
Mesmo na moagem fina – que seria a moagem mais difícil, uma vez que os grãos são mais triturados – o moedor entrega facilidade e conforto absurdos. Não é necessário tanto esforço e força para realizar a moagem.
A moagem, em todos os níveis, é consistente e quase não há desigualdade na granulometria.
durabilidade
O barista possui e utiliza o moedor há mais de 2 anos. Por ser mestre de torra e barista, o Jefferson tem o costume de usar o Timemore C2 cerca de seis vezes por dia. Ele conta que o moedor já caiu diversas vezes – quedas bruscas, inclusive – e nunca quebrou. A única coisa que ele precisou trocar foi o disco de moagem, e mesmo assim depois de um ano e meio de utilização. A peça é da mesma marca do moedor e foi fácil de encontrar.
custo-benefício
O moedor manual Timemore C2 custa, em média, R$320,00. Tendo em vista que os moedores elétricos que também estão nessa faixa de preço não entregam tanta variedade nos níveis de moagem e tem pouca precisão, o moedor tem um ótimo custo-benefício.
considerações finais sobre o moedor Timemore C2
De acordo com o Jefferson, o moedor vale muito a pena. Ele é resistente, consistente e tem um ótimo preço. De montagem fácil, intuitiva e utilização simples, o moedor entrega tudo necessário para auxiliar o preparo do café muito bem.
E aqui vai uma dica extra do Jefferson: evite assoprar o moedor para limpá-lo! O sopro tem umidade, que pode oxidar e consequentemente danificar as peças do moedor.